Mostrando postagens com marcador australia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador australia. Mostrar todas as postagens

Sydney é a cidade mais conhecida na Austrália, tanto pelos pontos turísticos, quanto pela diversidade urbana de qualquer cidade grande. Apesar de não ser a capital australiana, possui todos os quesitos para que fosse, não só pela popularidade entre australianos e estrangeiros, como também pela estrutura de comércio, lojas, centros educativos e demais construções típicas de cidades.
Encontramos muitas lojas de roupas, calçados e acessórios em Sydney, mas não tem preços baixos que façam qualquer turista de empolgar para encher as malas na volta pra casa. Um ponto positivo é que encontramos muitas lojas de marcas diferentes e conhecidas espalhadas pelas ruas, o que nos dá a possibilidade de pesquisa de preços e itens, porém continuo com a opinião de que Sydney não possui boas opções de copras para turistas. Independentemente disso, dá sim para comprar.


Há muitas boas lojas de maquiagem em Sydney, principalmente nos shopping centers, inclusive no Queen Victoria Building, onde há várias lojas de marca, basta pesquisar e escolher a sua de preferência. Lojas como Sephora, Mac, lojas com produtos da Calvin Klein e Clinique são fáceis de achar por lá. Achei poucas lojas que tinham bons preços para compra de maquiagens, mas trouxe alguns itens como blush Maybelline e batom Calvin Klein, para presentear as amigas.


Assim como os cosméticos, é possível encontrarmos boas lojas de roupa em Sydney, mas indico novamente a pesquisa de preços antes de comprar. Depois de Santiago, Sydney foi uma das viagens em que menos comprei roupas, porque achei o valor caro para peças simples, que não valiam a pena trazer da viagem, na minha opinião, já que eu poderia comprar pelo mesmo preço ou até mesmo mais barato no Brasil. Indico as lojas do subsolo do Queen Victoria Building, onde encontramos bons preços e boa variedade de itens.
Outra dica é comprar em grandes supermercados, onde encontramos peças de moletom, infantil, esporte e modelos casuais com bom preço. Trouxe uma calça jeans de um desses supermercados que, usei tanto, que quase saía sozinha, rs.



Um dos melhores lugares para se comprar souvenirs em Sydney é em Chinatown, onde há várias lojas não só com diversidade de preços, mas de itens também. Como os produtos chineses são famosos por serem  mais baratos, encontrar produtos como chaveiros, camisas, canecas e demais itens que gostamos de comprar em viagem como lembrança nãoé difícil de encontrar nessa região da cidade. Comprei souvernirs tanto em Chinatown como em Manly Beach (onde comprei uma camisa típica da Austrália, com estampa de canguru), mas ainda continuo indicando as lojas de Chinatown para compra desse tipo de itens.

E você? Já foi à Sydney? O que comprou lá? Conte aqui pra gente!

Até o próximo post!

Bondi Beach é provavelmente a praia mais conhecida da Austrália. O nome "Bondi" é de origem aborígene e significa "água que surge sobre as rochas" ou "som da água que surge nas rochas". Bondi Beach, na verdade, pertence ao bairro Bondi Junction e tem importante papel no desenvolvimento urbano de New South Wales, o estado australiano em que o bairro está localizado (a Austrália possui 6 estados: New South Wales, Queensland, South Australia, Tasmania, Victoria e Western Australia). Entre 1855 e 1877 Francis O'Brien, genro de Edward Smith Hall, adquiriu a participação de seu sogro no território de frente da praia de Bondi Beach, que foi empossado aos dois em 1851. Com isso, a área da orla passou a ser chamada "O'Brien Estate" e a ser aberta ao público como espaço para lazer porém, com a popularidade do local e o crescimento do número de frequentadores, O'Brien ameaçou bloquear a entrada do público, o que não aconteceu pois, em 1882, Bondi Beach tornou-se praia pública pelo Conselho Municipal, através da intervenção do governo.

Não, não é preconceito, mas "Manly Beach" significa "praia masculina" e a razão pela qual a praia foi batizada com esse nome é porque em 1788, Arthur Phillip, o primeiro governador de New South Wales, a região da Austrália em que a praia está situada, achou que os aborígenes que habitavam no local aparentavam muita confiança em seu comportamento másculo. Vai entender. O fato é que a praia é belíssima e, mesmo em dia de tempo fechado, não perde a beleza. Além dos famosos surfistas da região, encontramos lojas de roupas, calçados, eletrônicos e souvenirs à beira mar de Manly Beach, uma praia bastante conhecida em Sydney e de fácil acesso também, já que é possível visitá-la através de ferry, saindo da Circular Quay.


Para quem não sabe, "Chinatown" não somente é um bairro de cultura obviamente chinesa, como também uma verdadeira comunidade oriental localizada em alguns países como Estados Unidos (em Nova York e na Califórnia) e na Austrália (em Sydney), por exemplo. É um bairro com fortes tradições culturais chinesas, tendo vários restaurantes e lojas de diversos produtos, o que só anima os turistas a conhecerem o local.
A Chinatown em Sydney é a terceira no mundo conhecida por esse termo. Foi inicialmente implantada na cidade no século 19, na região do bairro The Rocks e, posteriormente, nos anos 20, transferida para a área próxima da Market Street, no Darling Harbour. Apesar de outros bairros em Sydney hoje terem uma "Chinatown" implantada como em Cabramatta, Parramatta, Flemington e Burwood, a maior comunidade chinesa na Austrália ainda continua sendo na Chinatown em Sydney.



The Blue Mountains é um conjunto de montanhas localizado na região de Katoomba, em New South Wales, na Austrália e, pelo fato de ter o aspecto azul em sua extensão, atribui-se o nome de "montanhas azuis" ao local, que possui aproximadamente 11,400km² e foi incluída como Patrimônio Mundial em 2000. Estudos mostram que, quando os europeus chegaram na Austrália, Blue Montains já era habitado pelo povo gundungurra e, na região mais baixa do local, pelo povo Darug, o que acaba sendo reforçado pelos exemplos de manifestações artísticas em pintura em rochas na região. Conforme pesquisas históricas, Blue Mountains foi descoberta por Arthur Phillip, o primeiro governador de New South Wales e o primeiro escrito documentado usando-se o termo "blue mountains" aparece em sua expedição, nos escritos do capitão John Hunter, em 1789. É popularmente procurado pelos turistas como local para prática de escalada, mountain bike e caminhada, além de oferecer atrações turísticas como acesso à Three Sisters, uma das formações rochosas mais conhecidas da região e passeio de teleférico por entre as montanhas.


O museu de cera Madame Tussauds é inspirado em Marie Tussauds, uma francesa que viveu de 1761 a 1850 e trabalhou como governanta para o Dr Philippe Curtis, um médico que a ensinou a técnica de modelação em cera. Ela começou sua carreira com essa habilidade, modelando máscaras de vítimas da Revolução Francesa, depois mudou-se para a Inglaterra, onde fez uma mostra de seu trabalho na Baker Street, perto do endereço atual do Madame Tussauds em Londres. Hoje, há 21 unidades do museu pelo mundo em cidades como a própria Londres, Nova York, Hong Kong e Sydney, onde visitei e pela terceira vez, no total de minhas visitas ao museu, pelo mundo.

A Opera House, também conhecida como "Teatro de Sydney", é um dos pontos turísticos mais visitados na Austrália e um dos mais famosos do mundo. Começou a ser construída em 1959 e, apesar de seu arquiteto original ter abandonado o projeto 7 anos após o início da construção, o edifício foi inaugurado mesmo assim em 1973 (uma das razões do afastamento foram divergências entre ele e o cliente da obra, por conta da acústica do local e de aumento significativo no orçamento do projeto também). O teatro possui cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes e muitas lojas de souvenirs.


A conhecida "Ponte de Sydney" é a maior ponte de aço com formato em arco do mundo, com mais de duzentos mil carros atravessando-a todos os dias. Ela liga o centro financeiro da cidade com a costa norte, residencial e comercial, permitindo a travessia tanto rodoviária, quanto ferroviária e pedonal da Sydney Bay (Baía de Sydney). A Harbour Bridge foi concluída em 1932, levando 8 anos para ser construída. Possui 503m de comprimento e aproximadamente 39.000 toneladas, com o ponto mais alto a 134m acima do nível do mar.

A trigésima oitava torre mais alta do mundo, erguida entre 1975 e 1981, foi construída sobre um shopping center, o Westfield e chamada de Sydney Tower Eye and Skywalk. É uma das atrações turísticas mais visitadas na cidade, proporcionando ao público uma visão linda e panorâmica de Sydney, além de oferecer restaurantes giratórios, uma plataforma de observação a cerca de 250 metros de altura. Há pouco tempo recebeu uma nova atração, chamada de Skywalk, que é uma área onde os visitantes podem andar sobre o telhado da torre através de um piso de vidro, o que lhes permite ver a cidade de Sydney lá do alto da construção.


O Wild Life Sydney Zoo é um zoológico localizado no Darling Harbour, ao lado do museu de cera Madame Tussauds e do aquário Sea Life Sydney Aquarium. O local possui vários ambientes onde é possível encontrar diversos animais, desde cangurus e coalas até crocodilos e o demônio da Tasmânia, além de oferecer programação para crianças, inclusive em grupos escolares, o que deixa a atração turística mais divertida para a família e mais cheia em relação ao número de visitantes também.


O Sea Life Sydney Aquarium é um aquário localizado no Darling Harbour, no centro de Sydney, ao lado do museu de cera Madame Tussauds e do zoológico Wild Life Sydney Zoo. Em setembro de 2012 integrou-se ao Sydney Aquarium, o que faz dos dois aquários uma única atração turística. Possui mais de 700 espécies de animais, com diversos ambientes de visitação tanto direcionado ao público adulto quanto infantil, como por exemplo o túnel aquático, onde é possível ver tubarões bem de perto e os pequenos aquários que abrigam espécies representadas na animação infantil "Procurando Nemo". Para quem está no centro da cidade e gostaria de conhecer um pouco da diversidade de espécies marítimas da Austrália, vale a pena o passeio.



Localizado no centro da cidade de Sydney, o Darling Harbour é um porto urbanizado, com área de passagem de pedestres, museus e outros prédios culturais. A área era conhecida, originalmente, por Long Cove e, depois, por Cockle Bay, quando foi restaurado em sua área e estrutura. Também é uma importante via de passagem de transporte público, como ferry e trem, além de abrigar alguns dos pontos turísticos mais visitados da cidade, como o Sea Life Sydney Aquarium, o Madame Tussauds e o Wild Life Sydney Zoo.

Saindo do Queen Victoria Building, em questão de minutos você chega no Darling Harbour (dá pra ir à pé) e, de quebra, já vai conhecendo algumas ruas de Sydney. Quando visitamos o local pela primeira vez fomos ao aquário e ao zoológico, o que é bem prático, porque um fica ao lado do outro (inclusive o museu de cera também).  Essas três atrações, mais a Sydney Tower Eye & Skywalk, são da mesma "empresa de pontos turísticos", o que nos dá vantagens para compra do ingresso nesses locais.


Gostei bastante desses passeios por serem fáceis de chegar e interessantes também. Não gostei muito do museu de cera porque já havia visitado o de Londres, que é bem melhor do que o de Sydney no espaço e número de atrações. No mais, vale a pena conhecer o Darling Harbour, que é quase  um ponto turístico obrigatório para todo turista que vai à Sydney.


Centro de Sydney, a caminho do Darling Harbour

Darling Harbour


Amigos de intercâmbio.. :)





Os passarinhos again

E você? Já foi ao Darling Harbour? Sim? Então conte aqui pra gente como foi!

Até o próximo post!

O Queen Victoria Building é um prédio do século 19, localizado no distrito de negócios e comércio de Sydney. O prédio foi construído entre 1893 e 1898, preenchendo um bloco completo na cidade, entre a George, Market, York e a Druitt Streets. Em 1897, resolveu-se dedicar o novo "prédio de mercado", ainda em processo de construção, à Rainha Victoria e nomeá-lo como "The Queen Victoria Market Building" em comemoração ao jubileu de diamante da rainha.
O prédio foi oficialmente aberto no dia 21 de julho de 1898 e promoveu uma interação de negócios significativo entre negócios de salão de beleza, floricultura, cafeterias, etc. Entre 2008 e 2009, o Queen Victoria Building passou por reformas em sua arquitetura e é um dos pontos turísticos mais visitados em Sydney.


No segundo dia da Hillsong Conference eu já estava um pouco cansada, não só pela longa viagem de ida e vinda ao local do evento, mas talvez por conta do fuso horário também (na hora da Mensagem da conference, por volta do meio-dia, era complicado, já que era meia noite aqui no Brasil). A chegada ao estádio foi tranquila, fora um pequeno desvio de nosso trajeto. Lembra que eu disse no último post "Hillsong Conference: Dia 1" que, para pegar qualquer trem em Sydney, você precisa se atentar ao letreiro digital, onde aparecem os horários e números dos trens que vão passar em determinada plataforma? Então..  Achando que não tinha erro e que o nosso trem para Acer Arena (que fica no Sydney Olympic Park) iria passar na mesma plataforma da estação (de Parramatta), fomos para onde? Sim, para a mesma plataforma. E ele passou? Sim, mas outro trem que nos deixou longe demais de onde tínhamos que descer. E parecia que era aquela espécie de "trem direto", como falamos no Rio, ou seja, ele "pulava" estações. Mas enfim, fica a dica de turista na Austrália: preste atenção no letreiro dos trens!


Como muitas coisas aconteceram nos 5 dias de Hillsong Conference que tivemos, decidi separar todas elas em posts, divididos por dias. Vamos lá.
No primeiro dia do evento a gente se sente um pouco perdido, muito animado, cheio de expectativas de momentos inesquecíveis e um tanto que cansado fisicamente (até por conta do voo e do fuso horário também). Nada que possa atrapalhar nossa vontade de participar de tudo. Chegamos lá depois de pegarmos um ônibus e o trem, que funcionam perfeitamente bem.

Auburn Botanical Garden: No nosso último dia (com tempo para passeios) na Austrália, minha amiga resolveu que queria segurar um canguru.. Então.. Fomos nós procurar um! Nossa host mother nos ajudou a encontrar um lugar legal para isso e chegamos ao Auburn Botanical Garden que, apesar de não permitir que suguremos os bichinhos no colo (como em outro zoológico lá), poderíamos chegar pertinho deles. E lá fomos nós, com endereço do lugar, nosso weekly ticket e tentando curtir mais um passeio, apesar do cansaço e, no meu caso, da saudadezinha de casa que estava batendo em mim já..
Agora, mais uma bênção pra contar: pela manhã eu fui conhecer o escritório de um ONG em que eu trabalhava voluntariamente, daqui do Brasil, como designer.. Eles me nos receberam super bem, tomamos um café com a funcionária com quem eu mantinha contato e ainda tive minha foto postada na página no Instagram deles.. Graças a Deus eu consegui realizar mais esse sonho, porque queria muito conhecê-los. Deu tudo certo!
De lá, pegamos um ônibus, para descermos na estação de trem de Auburn. Lá, minha amiga já achou o lugar meio diferente: pessoas que não pareciam ser ausssie, lugar mais simples, diferente dos que a gente encontrou até aquele momento na Austrália.. Ok, fomos caminhando.. E descobrimos que estávamos em um bairro basicamente de imigrantes. Encontramos orientais (como muitos na Austrália), árabes, indianos.. Isso nos deixou um pouco com medinho, mas nada que nos fizesse desistir de chegarmos até o parque. Lanchamos no Subway dali perto da estação, compramos um chocolate em uma lojinha bem simples e partimos com o celular ligado no GPS, pra tentar achar o local. Olha, andamos mui-to! Tipo uns 40 minutos, mas finalmente achamos o jardim. Tivemos que pagar pela entrada, que não foi muito cara. Ao entrarmos, nos deparamos com um lugar verde, cheio de árvores, arbustos, jardins, flores, lagos e bichinhos.. É um jardim, como o próprio nome diz e nos surpreende pelo tamanho! Lá tem algumas áreas onde ficam cangurus e outros animais, que conseguimos ver pela grade e de pertinho (veja as fotos).. É um local bem tranquilo para passeio, inclusive em família (as crianças curtem bastante).. Indico para quem gosta de natureza, ar fresco e contato um tanto que próximo à animais exóticos.

Rua de acesso ao Auburn Botannical Garden

Entrada do "viveiro" de pássaros, que fica em frente ao jardim

Entrada do jardim e bilheteria

Por dentro..

Parte do jardim japonês do local

Eu, de turista, em frente ao laguinho no jardim

Pavão que fica solto no jardim

Turistando em frente ao laguinho verde

Patinhos que também ficam soltos no local

Sim! Mais cangurus! :)

Uma das espécies de cangurus que vimos

Cangurus se alimentando

E ficamos pertinho de um deles..

Turistando again, em um dos lagos do jardim

Gosto muito dessa foto..

E dessa!

Bichinhos no jardim

Paisagem do local.. O dia estava lindo! Presente de Deus!

Uma das áreas do jardim

E você? Já foi ao Auburn Botanical Garden? Sim? Então conte aqui pra gente como foi!

Até o próximo post!
Hillsong Conference 2013

A Hillsong Conference, em Sydney, é um dos maiores eventos cristãos que ocorrem nesse mundo. É uma reunião de milhares de pessoas, onde elas adoram a Deus, aprendem sobre Sua Palavra e Seu chamado a elas, dançam, pulam, conhecem pessoas de vários lugares do mundo todo e se divertem muito também. Deu pra perceber a dimensão desse encontro, não é? E para participar de um evento como esse, é preciso ter atenção a algumas orientações e procedimentos, para gente poder aproveitar tudo da melhor maneira possível. Separei algumas dicas e informações, que serviram para mim e que eu acho que são necessárias e importantes para que você, que planeja ir à Hillsong Conference um dia, ter momentos inesquecíveis de bons lá...

Inscreva-se com antecedência!
Não sei se é sempre que eles fazem isso, mas eles sei que eles liberam desconto para quem se inscreve com antecedência. Os tickets são comprados no próprio site da conferência (clique aqui para acessá-lo) e nas Igrejas Hillsong também. Aliás, durante a própria conferência você já pode comprar os tickets do evento do ano que vém! Por que é importante comprar os tickets com antecedência? Pra garantir o seu lugar, simples assim. Ok, o lugar é enorme e dificilmente os ingressos vão acabar na mesma velocidade em que a venda de ingressos para a Copa do Mundo, mas como a Hillsong Conference é melhor que a Copa ever, vai por mim, você vai querer garantir o seu ticket o quanto antes. Ao comprar o ticket, há a opção de escolher qual é a eletiva que você vai participar (não lembro se eram esses os nomes, mas os temas eram esses no geral): Worship and Music - foi a que eu escolhi, lol; Because We Can; Empowering Leadership; Creative Worship. Outra questão importante é que, conforme a cor de sua armband (como eles chama a pulseirinha que você vai ganhar), você vai poder assistir aos cultos lá pertinho do palco, onde, no ano passado, o Hillsong Young and Free ficou a maior parte dos dias. Não sei como é o esquema pra se escolher a cor da pulseira, mas nosso grupo de amigos, que viajou juntos pela mesma agência, conseguiu ficar com a mesma cor e, assim, curtir o dia do Y&F juntos também (exceto a galera que precisou de tradução, que infelizmente não pôde ficar lá embaixo, perto do palco, com a gente nesse dia, já que tinha uma área reservada para a tradução, que é paga, inclusive. O pagamento é feito na hora da inscrição, porque você pode marcar dizendo que precisa de tradução, aí o valor do ingresso já sai diferenciado, parece).



Procure saber como funciona a Hillsong Conference!
Ok, além das informações daqui do Brazuca Viajante (hehe), procure mais (outras) informações sobre a Conf. Como eu disse no início, é um evento enorme e tão especial, que é necessário prestar atenção em vários pontos para a pessoa poder aproveitar ao máximo o que acontece nos cinco dias de evento. Eu confesso que não tinha o sonho de vida de participar da Hillsong Conference... Um dos sonhos da minha vida era conhecer a Igreja e, como a oportunidade da Conf veio junto coma oportunidade de conhecer a Hillsong, eu claro que amei. Mas, apesar de ter tido o evento como "objetivo de vida", não significou que não procurei informações antes de ir pra lá. Conversei com amigos, procurei informações em sites, tirava minhas dúvidas com a agência... Essas coisas. Imagine uma pessoa chegar lá e não saber nem pra onde ir depois que o Pr Brian anuncia que o culto da manhã acabou e que é hora de ir pras eletivas? Complicado, né?



Procure saber sobre quem irá participar da Conference!
Confesso que um dos meus objetivos principais em ir pra Hillsong Conference, depois de compreender o quão valioso é esse evento para meu crescimento espiritual, foi começar a pensar em o que eu poderia fazer para aproveitar ao máximo o que eu aprenderia lá em prol do chamado que Deus fez a mim, Louvor e Adoração. Pensar que eu poderia assistir a uma eletiva com um dos integrantes do Hillsong United, por exemplo, só me fez ficar com mais vontade de ir pra lá! O evento funciona basicamente assim: pela manhã acontece o Louvor, depois vem a Palavra (geralmente com o Pr Brian), aí o pessoal tem uns minutinhos para ir para os locais das eletivas, em seguida tem mais uma pausa até o culto da noite, que se encerra com a apresentação musical convidada (geralmente é mais de uma e, ano passado, eles encerraram a Conference com o United). Se você souber quem vai pregar, quem vai ministrar o Louvor, quem vai estar nas eletivas, você vai saber o que esperar aprender sobre o que você está procurando aprender lá ;)



Pesquise os trajetos de como chegar no local da Conference!
Ficar perdido é um tanto que normal para um turista, mas ficar perdido quando se vai para a Hillsong Conference não é nada legal. Você vai ver que o evento é tão lindo, emocionante e inesquecível, que não vai querer perder um segundo sequer dele! Então eu sugiro que você, antes do primeiro dia da Conf, trace um mapa básico de como chegar no local e como sair de lá ao final do dia também. Não recomendo se deslocar muito de lá durante o dia, não, a não ser que seja muito necessário, já que não há muito o que se fazer por perto, porque o evento ocorre no Sydney Olympic Park, que é bem distante do centro de Sydney e não tem muito a oferecer de coisas pra se fazer mesmo. Há um site ótemo para planejamento de itinerários em Sydney, que é o Transport (antigo 131500, pelo que acabei de perceber após tentar pesquisar por esse nome). É um site excelente, em que você consegue pesquisar sua viagem por Sydney: hora de partida, tempo de duração do percurso, hora de chegada, itinerários de trem, ônibus e ferry. Uma mão na roda para turistas!



Vá preparado para ficar um dia inteiro "fora de casa"!
A Conf acontece o dia inteiro, exceto em dois dias: no primeiro, em que o evento começa aproximadamente à noite e no dia da final do campeonato de rugby da Austrália (acredite, isso é como a final do campeonato brasileiro de futebol lá). Então, se no tópico anterior você viu que não há muito o que se fazer por perto da Acer Arena (o outro nome do Sydney Olympic Park), não conte em fazer uma refeição completa por ali por perto, a não ser que você seja adepta ao fast food quando está viajando no exterior, assim como eu. Falo isso porque tem Subway e Mc Donald's lá "perto" (só sair da área dos estádios, onde acontecem os eventos), mas eu sei que quase ninguém curte esse tipo de comida, então você pode levar uns lanchinhos básicos para comer entre um culto e outro, entre uma eletiva e outra. Minha host family era uma fo-fa e nos dava muitos lanchinhos, como sanduíches, suquinhos, frutas, um miojo de biscoito (explico isso em outro post, pode deixar!), etc. Esses esquemas funcionam muito bem, mas caso você não curta muito também, você pode tentar umas opções lá nos stands de lanche lá da Conf, não com muitas opções, mas são bons também.



Leve uma quantia de dinheiro, para aproveitar as ótimas promoções de CDs e DVDs lá!
No nosso primeiro dia de Conference, encontramos os stands de vendas já cheinhos de promoções, esperando por nós! E quando eu falo promoções, é do tipo DVDs por $10, tá?! Fora o lançamento do CD e DVD do Hillsong Worship, que ocorre durante a Conf e que você consegue comprar de antemão lá! Esses stands já abrem no primeiro dia, aliás, assim que você entra no hall do local do evento, a única área que fica disponível para o público antes do horário do início da abertura é a área dos stands de venda. Lá tem produtos tipo CD, DVD, livros, doação para ações sociais, etc.



Planeje quais as eletivas você gostaria de assistir!
Vai por mim, isso é fundamental! Se você já chegar lá com as eletivas escolhidas, você não vai perder tempo pensando no que assistir e, assim, perder a chance de participar de um workshop com a Kari Jobe, por exemplo (eu perdi o workshop vocal dela, mas assisti a outra eletiva linda também, então não fiquei tão triste assim). Eu saía do service da manhã já analisando o mapinha do local da eletiva que eu iria assistir... Chegava cedo, conseguia um bom lugar e tentava aproveitar ao máximo o que eu estava aprendendo naquela hora. A Hillsong envia o schedule (grade de horários) da Conf para o e-mail que você cadastrou ao se registrar, o que facilita bastante a nossa vida. Caso você não tenha recebido o e-mail, não se preocupe, você pode pegar um dos milhares de livrinhos disponíveis em quase que todos os lugares da Conf, com todas as informações que você precisa saber para ficar por dentro dos horários e eventos que vão acontecer lá. Disponibilizei o schedule do ano passado neste link, para você dar uma olhada ;)



Bom, acho que são essas as dicas básicas para você poder aproveitar bastante a Hillsong Conference. Você vai viver momentos lindos de Deus enquanto estiver lá, basta ir com o coração direcionado a Jesus e não a outra coisa.

E você? Já foi à Hillsong Conference e tem alguma dica para compartilhar conosco? Então conte aqui, nos comentários!

Até o próximo post!