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A Floresta da Tijuca é uma das belezas que temos em nossa cidade. Faz parte do Parque Nacional da Tijuca, criado em 1961, tendo uma importante participação na história da cidade do Rio de Janeiro. A região já foi utilizada para extração de madeiras e café, gerando problemas como a falta de água, por exemplo. Em 1861 a Floresta da Tijuca e das Palmeiras foram declaradas como Florestas Protetoras por D. Pedro II ocorrendo assim um movimento de desapropriação de ocupações na região em prol da preservação ambiental. Posteriormente, com a implantação de ações preventivas e de reflorestamento do local, mais de 100 mil árvores foram plantadas, principalmente espécies da Mata Atlântica. Em 1940 a Floresta da Tijuca teve mais incentivo à preservação e desenvolvimento da região incluindo a abertura de restaurantes aos visitantes, vias de acesso e projetos paisagísticos também. Hoje é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade do Rio de Janeiro, principalmente pelos amantes do ecoturismo e esportistas que amam desafios naturais.
Fonte: site do Parque Nacional da Tijuca
Clique aqui para baixar o Guia de Campo do Parque Nacional da Tijuca, no site oficial do parque.

Foto: FeCortez
Tombado pelo Instituto Estadual do Patrimônio Cultural, o Real Gabinete Português de Leitura é uma tradicional biblioteca e instituto cultural localizado no centro do Rio de Janeiro. Foi fundado em 1837 por um grupo de imigrantes portugueses para promover cultura entre a comunidade portuguesa na então capital do Império. O prédio, no entanto, foi erguido entre os anos de 1880 e 1887, tendo o imperador D. Pedro II lançado a pedra fundamental do edifício em 10 de junho de 1880, juntamente com sua filha, a princesa Isabel, ao lado de seu marido, o Conde d'Eu. O Real Gabinete Português de Leitura foi aberto ao público em 1900 e possui a maior coleção de obras portuguesas fora de Portugal, com aproximadamente 350 000 volumes, incluindo um exemplar da edição "princeps" de "Os Lusíadas", de Camões.
