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Foto no ferry da Estátua da Liberdade, em Staten Island, Nova York.

Ah, que felicidade em dizer isso! Graças a Deus, fui para os Estados Unidos! E querem saber o motivo de tanta alegria? É que desde minha adolescência eu sonho visitar esse país. Sabe aquela paixão (que muitos não entendem) pelo estilo de vida norte-americano? Aquela quedinha por ruas arborizadas da Califórnia? Aquela surpresa em ver o pôr do sol com a Golden Gate como plano de fundo? Aquela sensação boa de sair de um Starbucks com um copo de frapuccino na mão, óculos escuros Ray Ban, jeans e camiseta, nas ruas de New York? Aquela admiração pela paisagem fantástica de Wyoming? Ah, eu poderia ficar falando por um bom tempo aqui sobre o que eu amo nos Estados Unidos mas, por hora, vou começar a falar sobre meus preparativos para a viagem e, no post "ESTADOS UNIDOS: aplicando o visto", comento sobre os procedimentos do visto norte-americano.

Documentos: como eu já tinha viajado para o exterior e costumava ler sobre dicas e informações de viagem para os Estados Unidos, tentei resolver o que precisava aos poucos (até porque tive menos tempo para isso). Uma das primeiras coisas que tive de organizar foram os documentos, não só para o visto, mas os que eu tinha/achava melhor levar comigo, caso fossem necessários.


Lista de itens a levar: além de preparativos de documentos, fiz uma lista básica de roupas e demais itens que eu gostaria de levar. Os Estados Unidos é um excelente destino de viagem para compras e, consequentemente, é preciso definir o que vai e o que fica de roupas, calçados e afins.


Bagagem: Também prestei atenção na questão da segurança de malas, pois os EUA é um dos maiores países em índices de extravio/furto de bagagens. Consegui mais dicas sobre proteção de mala, além de umas informações bem interessantes sobre o seguro bagagem.



Roupas e acessórios: como minha viagem foi no mês de outubro, estava preparada para o famoso "outono em Nova York" e realmente a cidade fica linda nessa época do ano. Não chega a fazer aquele frio que todo turista ama na Big Apple, inclusive tivemos dias de bastante sol assim que chegamos, mas ainda assim foi uma viagem em dias frios.  Desta forma, é importante procurar saber como funcionam as estações do ano nos Estados Unidos, para tentar acertar ao máximo na escolha das roupas e acessórios a levar na mala.




E você? Já foi aos Estados Unidos? Sim? Então conte aqui pra gente como foi!

Até o próximo post!
Foto: bbc.com

O serviço de Imigração na Austrália é bem tranquilo. Óbvio que a segurança é reforçada, como em qualquer país deve ser, mas não há situações em que você precise se sentir invadido de alguma forma ao passar por eles, sabe? Alguns procedimentos são necessários antes de passarmos pelo balcão com o funcionário da polícia deles e eles já começam desde o próprio avião, mas antes de comentar a respeito disso, preciso falar sobre a escala de nosso voo.

Nós voamos pela Aerolíneas Argentinas, uma das mais baratas em voos para Austrália, mas já o conforto da aeronave... Tenho que dizer que não é nada de tão confortável assim. As poltronas são um tanto que pequenas e o espaço entre uma e outra, bem pequeno também. Não tem como "se espreguiçar", se sentir mais relaxado e olha que, num voo de mais de 12h, isso faz total diferença! O atendimento dos comissários também não é muito agradável, exceto de um deles, que era muito gente boa, falava até em português com a gente (eles falam em espanhol). O serviço de bordo é até legal, com janta, café da manhã, até porque a gente dorme e acorda lá em cima, não é? Uma coisa impressionante isso, porque o dia "vira" enquanto a gente tá voando, como se a gente ganhasse mais um dia em nossa vida, por causa do fuso horário... Meio difícil de entender. E a Aerolíneas é a única que faz a rota da Antártida pra chegar à Austrália, o que é um pouco medonho, já que lá fora do avião a temperatura beira os -60ºC, -70ºC, além do fato de que, devido ao campo magnético da Terra, o avião perde o contato com a torre de controle por um tempo, ficando no piloto automático... Tem noção? Foi Deus do início ao fim desse voo, minha gente! Mesmo!
Como nossa escala foi em Buenos Aires (A Aerolíneas faz pela Argentina, a LAN faz pelo Chile), tivemos que passar pela Imigração argentina, que foi bem tranquila também, apesar de eles recolherem nossos dados como se fôssemos desembarcar lá no país, sabe? No voo do Rio para Buenos Aires, recebemos um formulário pra preenchermos com informações de nossa bagagem, voo, essas coisas. Aí o entregamos à Imigração, pra aí sim irmos para o saguão e aguardarmos nosso voo direto pra Sydney. Esperamos bastante tempo, mas vale a pena pelo valor da passagem, né?!
O mesmo aconteceu em nosso voo para Sydney, a respeito do formulário da Imigração, mas com algumas perguntas inusitadas, como se estávamos levando terra em nossos sapatos, grãos, eletrônicos e afins (eu levei café daqui do Brasil para minha host mother, e tive que colocar isso no formulário. Graças a Deus não teve problema algum). O comissário fofo nos orientou a não mentirmos em nada, ou seja, não escondermos nada do que estávamos levando naquele formulário, até porque, a Imigração consegue saber, de um jeito ou de outro, o que há em nossa bagagem. 
Ao chegarmos lá, passamos pelo balcão da Polícia, fizeram umas perguntas básicas como quanto tempo iríamos ficar lá e alguns documentos, como o passaporte (claro), visto, vacina contra a febre amarela (que todo imigrante na Austrália precisa tomar antes de chegar lá) etc. Eles carimbaram nosso passaporte e, aí, passamos por outra inspeção, agora do raio-x. Nada demais, bem tranquilo também. Ao sair dessa área, eles param a gente de novo, pra perguntar se estamos levando algum remédio, se sim, se é para nós mesmos. Graças a Deus tudo certo, agora é só curtir!
No retorno para casa, precisávamos ter preenchido um formulário que ganhamos ao despacharmos nossa bagagem. Falando em bagagem...


Isso evita transtornos com extravio/furto de bagens ou itens na mala, já que tem como ver se ela foi violada ou não, porque o plástico que a envolve fica rasgado caso alguém tente fazer alguma coisa com ela, certo? Outra questão é que, caso alguém leve alguma coisa da bagagem da pessoa também, é preciso acionar a empresa de seguro bagagem ainda no aeroporto, então é importante ter algo visível na mala para a pessoa identificar se algo aconteceu com ela. Não tem como esperar chegar no hotel ou em outro lugar de hospedagem e aí contactar o seguro bagagem. Precisa ser no aeroporto mesmo. Eu pedi para embalarem a minha no aeroporto daqui do Brasil. Eles colocam, um plástico grosso, esquentando-o com um secador. Lá na Austrália, eles só passam uma fita de plástico e prendem com aquelas presilhas tipo de algemas de plástico. Aquelas que não dá pra arrebentar nem por decreto, a não ser cortando... E é aí que a gente ganha uma vantagem: dá pra ficar atento, caso a fita esteja cortada, pra poder acionar o seguro e o que eu já expliquei aqui, rs. Ah, esses serviços são cobrados, ok? No Brasil, pelo que me lembre, custou R$30,00 e na Austrália, pelo que me lembre também, $10,00.

Uma informação importante: existe um limite de peso que a sua bagagem precisa ter antes de embarcar para a Austrália, como em outros países. O limite é de 20kg do Brasil para a Argentina e 2 unidades de 23kg da Argentina para a Austrália na Aerolíneas Argentinas (sim, parece que o limite de bagagem varia conforme a cia aérea). O mesmo ocorre no retorno e para maiores informações, acesse aqui a página deles que fala a respeito de franquia de bagagem.



Acabou que eu nem passei perto de excesso de bagagem algum, já que nem trouxe tanta coisa da Austrália assim e isto por causa... Ah, deixa pra lá, no post sobre compras na Austrália eu explico...

E você? Tem alguma dica para compartilhar  respeito da entrevista na imigração australiana? Sim? Então conte aqui pra gente nos comentários!

Até o próximo post!
Foto: bbc.com

A experiência que tive ao chegar na França e ao sair de lá foi através do Eurotunnel. Ao sair da Inglaterra, fomos de ônibus, à noite e não vi como era a entrada pelo túnel, mas o que pudemos ver na hora em que atravessamos a fronteira foi bem legal. O Eurotunnel é literalmente um túnel que liga a Inglaterra à França e vice-versa. É mais uma opção de transporte para quem migra de um desses países para o outro e, na minha opinião, a mais divertida, apesar de não ter atravessado a fronteira pelo Canal da Mancha (mas a ideia de passar por um túnel enorme daquele jeito com certeza é mais divertido).
Nós não saímos do ônibus pra entrar no túnel, ou seja, quando entramos no Eurotunnel continuamos em nosso ônibus e ele sim entrou em uma espécie de trem enorme, que levava diversos veículos como carros, ônibus e afins. Os veículos entram em uma espécie de "trem enorme", como se eles fossem os passageiros de um mega vagão de trem e ele, por sua vez, conduz os veículos em um mega túnel. Ah, detalhe: isso tudo por baixo d'agua! Legal, não é?! É comum pensar se a gente pode ver a água lá fora do mega trem, só que não. Outra coisa legal é que é possível sair do veículo e passar de um vagão para outro.
Resumidamente, acredito que a burocracia da Imigração francesa foi toda feita enquanto não víamos nada do que acontecia lá fora, do ônibus. Não fomos entrevistados, não precisamos sair do veículo e não tivemos que preencher formulário algum. No retorno à Inglaterra o procedimento foi diferente então, acesse meu post "INGLATERRA: Imigração", para dar uma olhada em como foi. :)

Eurotunnel


Fronteira França-Inglaterra



 Até o próximo post!

Para que você viaje para outro país, é necessário que você tenha um passaporte, um documento simples e fundamental a todo viajante que gosta de explorar outros países. Veja neste passo a passo como tirar passaporte.

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