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Está certo que eu me chateio muito pouco enquanto sou turista e isto porque eu amo viajar e já começo a curtir a viagem desde que monto o roteiro e compro as passagens, mas algumas coisas me irritam de verdade enquanto estou turistando, então achei legal compartilhá-las com vocês, pra ver se sou só eu que me irrito assim neste mundo ou se tem mais alguém também. 

1 - Não ter um mapa da cidade em mãos.


Planejamento de viagem é uma coisa tão, mas tão importante para quem vai viajar que, mesmo que a gente tenha em mãos o roteiro completo dos passeios que pretendemos fazer, se não tivermos o mapa do destino de viagem, não vai adiantar nada. Ok, "nada" é muita coisa, mas convenhamos que um mapa básico é essencial para qualquer turista. Mas e quando a gente não acha nenhum mapa onde estamos hospedados (porque esquecemos de levar um)? Isso não é legal. 

2 - Não ter sinal de WiFi em local público.


Porque nem sempre queremos/podemos comprar um chip de celular para nos comunicarmos, certo? Hoje em dia é comum a gente logo procurar algum sinal de internet gratuita em locais públicos, mas e quando isso não acontece na viagem em que estamos fazendo? O jeito é dar sinal de vida do hotel, antes de sair para passear ou na volta, quando estamos mortos de tanto andar o dia inteiro. 

3 - Espaço minúsculo entre uma poltrona e outra no avião.


Não sei se você já reparou em algumas fotos minhas aqui no blog, mas eu sou relativamente alta e não tenho estrutura corporal de modelo da Victoria's Secret. Realmente sou espaçosa e sinto necessidade de espaço inclusive na poltrona do avião nas viagens que faço. E aí você deve estar pensando: "Mas por que ela não vai de primeira classe ou compra um daqueles assentos com mais espaço, gente?" Sim, porque é bem mais confortável, óbvio. A resposta é simples e vem em poucas palavras: porque é mais caro. Aí o jeito é tentar dormir (coisa que não consigo), ouvir música pra distrair, esperar, esperar e esperar pelo avião pousar e acabar essa espécie de sofrimento turístico que eu passo. 

4 - Atraso de voo.


Tem gente que acha divertido ter um voo atrasado só pra dormir e comer de graça em um hotel pagos pela cia aérea. Eu não sou esse tipo de pessoa. Até acho interessante a experiência de ter o desconforto do atraso compensado dessa maneira, mas os desgastes às vezes são maiores do que a suposta diversão em uma situação assim. Atraso de voo é chato porque geralmente nunca conseguimos uma resposta ou motivo plausíveis, geralmente não faz sentido algum um avião atrasar, por mais que eles tentem explicar. O jeito é tentar se acalmar, avisar quem precisa ser avisado e prestar atenção às informações que nos são passadas pelos funcionários da cia aérea (mesmo que nós é que tenhamos que ir atrás delas). 

5 - Ficar perdida.


Outra coisa que eu vejo que há pessoas que gostam de passar por isso mas, de novo, não sou esse tipo de pessoa. Ok, é interessante a gente conhecer a cidade, saber um pouco mais sobre os meios de transporte que a gente pode pegar para sair de determinado local em que acabamos nos perdendo, mas a ideia de não saber onde a gente está, em um ambiente que não nos é conhecido, não é legal, vai. Nem sempre as pessoas ou o próprio ambiente é bacana em nos receber ou nos ajudar, fora que o desespero começa a bater e a vontade de voltar para nosso local conhecido na viagem só aumenta. Nesse caso, sugiro sempre procurar ficar calmo, tentar ir para algum local público e movimentado e, caso consiga chegar a uma estação de trem/metrô/ônibus, pedir ajuda a algum funcionário uniformizado. Caso contrário, jornaleiros são sempre bem informados, minha experiência diz isso. 

6 - Falta de informação em aeroportos.


Contarei uma breve história verídica minha a respeito desse item. Estava eu e minha amiga Djânici (do blog Abecedário de Viagens) voltando de Nova York, no aeroporto JFK quando, de repente, outra amiga nossa, a Chica (da agência de viagens cristã CESE), nos avisou que viu no letreiro de voos que o nosso estava atrasado (ou cancelado, não me lembro, mas a sensação é a mesma: pânico). Imediatamente fomos procurar informações sobre o que fazer e, para nossa surpresa, passamos por uns 3 balcões da American Airlines e, após aquela "educação e gentileza" conosco, turistas de um país subdesenvolvido, fomos ao balcão de check-in, onde já encontramos fila dos passageiros de nosso voo. Fomos bem atendidas pelo funcionário, que nos deu alguns vouchers de alimentação e hospedagem no Hotel Hilton, próximo ao aeroporto, já que eram quase 22h e o voo (pasmem) estava com previsão de decolagem só às 06h. Nunca havíamos passado por isso, estávamos inseguras, com medo e com vontade de chegar logo em casa. Graças a Deus deu tudo certo e, após passarmos novamente pela inspeção da segurança, embarcamos de volta pra casa. Depois dessa breve-longa história, acho que não preciso mais explicar porque falta de informação em aeroportos me irritam, não é? 

7 - Nativos subestimarem turistas.

Foto: Tamara Lackey

Pedir informação é um comportamento super natural em qualquer turista, inclusive pedir informação a nativos do local. A questão é quando esses nativos nos subestimam, achando que nós não temos capacidade para entendermos nada do que eles falam, o que não é verdade, inclusive quando não dominamos a língua local. Me irrita quando eles dão aquele olhar e risinho de sarcasmo, ou quando fazem questão de falarem na língua deles, sabendo que não somos fluentes. Enfim, questão de cultura, diplomacia e educação. Enquanto turistas, precisamos saber lidar com essas coisas, da melhor maneira possível. 

8 - Preços altos em atrações turísticas.


Não me considero a famosa "pão dura", mas convenhamos que não é nada barato viajar para determinados lugares por conta do gasto que se tem neles, certo? Às vezes a passagem e hospedagem não saem tão caro, mas as despesas do dia a dia, incluindo transporte e alimentação acabam quase saindo do orçamento turístico, sem falar nas tais das atrações turísticas. Me lembro do valor do ticket para subirmos o Empire State Building: $70. O que é isso, gente? Podem me explicar? Ok.. O prédio é o mais famoso dos Estados Unidos, cartão postal do país e está lá há anos, com uma vista linda da cidade, mas que preço é esse de ticket? Sim, eu paguei e não, não me arrependo, mas continuo achando que poderia ser mais barato, como várias outras atrações turísticas. 

9 - Conferir troco após as compras.

Não me chame de louca por essa minha preguiça em contar dinheiro, mas realmente fico um pouco irritada em ter que contar troco em viagens após comprar alguma coisa e isso porque eu sempre acho que o item número 7 deste post tem grandes chances de acontecer. Já acho um pouco chato ficar convertendo moeda mentalmente para checar se vale a pena comprar determinados itens em viagens, ainda ter que identificar o dinheiro e tentar ler os números das inúmeras moedas que a gente encontra em viagens, ah, é mais chatinho ainda. Mas a moral da história é que é fundamental checar troco em qualquer compra que fazemos em viagens no exterior. Sim, é chato muita das vezes, mas o bolso agradece. 

10 - Tempo de espera em conexões.


Esse é um dos que menos me irritam, mas irritam, sim. Depois que eu aprendi que os voos com conexões sempre param no país a que pertence aquela cia aérea, percebi que geralmente o tempo de troca de avião é relativamente longo. Minha experiência me diz que esse tempo dura em média 6h mas, como eu disse, é a minha experiência, o que significa que pode acontecer de o tempo de espera entre conexões ser menor. O legal é poder viajar com voos diretos, mas aí tem toda uma logística financeira, que eu prefiro não comentar agora.

E você? Se irrita com alguma coisa quando você é turista? Conte aqui pra gente, então!

Até o próximo post!


Quem nunca passou por uma situação como essas: você vai viajar, separa todos os itens que pretende levar e, na véspera do embarque, resolve arrumar a mala, mas lembra que ela ficou trancada desde a última viagem e, só pra completar o cenário pavoroso, você esqueceu a senha do cadeado? Bom, eu já passei por isso e posso dizer que não é nada engraçado, principalmente quando não há mais tempo de comprar outra mala. Nessas horas, o que fazer?
Bom, pensando nisso, resolvi fazer esse post, com orientações e dicas de como abrir sua mala caso você tenha esquecido a senha do cadeado dela. E, acredite, há solução melhor do que abrir o segredo com faca e, consequentemente, estragar o cadeado de sua mala (e, sim, eu já fiz isso, caro leitor). Vamos às dicas:

1 - Anote a senha em local seguro: Claro, é o mais óbvio a se fazer e todo mundo pensa nisso antes de escolher uma senha para o cadeado da mala, certo? Errado. Tanto é errado, que você está lendo este post, o que significa que, ou você anotou a senha em um local tão seguro, mas tão seguro, que nem é capaz de lembrar onde foi ou... Não anotou mesmo a senha do cadeado, certo? Sem pânico. Uma das melhores soluções mesmo é anotar a combinação de números que você escolheu em um local fácil de se lembrar e seguro ao mesmo tempo, como a agenda de seu telefone celular, por exemplo. É possível salvar um "número fake" na agenda, onde você consiga identificar a senha, caso a perca, por exemplo. O importante é lembrar-se de onde anotou a senha e, claro, escolher um local seguro e que esteja com você durante sua viagem, de preferência.


2 - Escolha combinações "familiares", mas não "tão familiares assim": Outra coisa importante é escolher uma combinação fácil de se lembrar, de preferência que não seja necessário recorrer àquele "local seguro" para se lembrar em determinada situação de "esquecimento de viajante". E essa é outra dica que eu tenho certeza de que muitas pessoas podem achar irrelevante, mas que de fato não é. Às vezes, nossa vontade de dificultar possíveis situações de roubo ou furto da senha nos leva à situações um tanto que bizarras, como escolher uma senha tão "impossível", que nem ao menos você mesmo foi capaz de lembrar. Então, o melhor a fazer é escolher uma combinação "familiar", como parte do número de alguma coisa que é próxima de você e, neste caso, não quero dar muitas pistas. Você é melhor do que eu para escolher sua própria combinação.


3 - Caso essas duas dicas não funcionem... Vamos ao segredo! Sim. Caso não seja possível recordar-se da senha através dessas duas primeiras dicas, aqui vai a que funcionou comigo. Toda mala possui um recurso de "recuperação de senha", que é uma maneira "padrão" para liberação do código das malas e é esse método que vamos conhecer agora. E devo dizer que esqueci minha senha mesmo após ter feito o procedimento abaixo na primeira vez, mas eu lembrei da senha e não precisei recorrer ao método de novo! :) É importante frisar que esses métodos variam conforme o modelo delas mas, no geral, a partir dessa informação "básica", é possível descobrir outros segredos de malas quando se esquece a combinação de números do cadeado. Veja a seguir como é feito esse procedimento:

1 - Com o auxílio de uma lanterna (a do celular serve), procure por um buraquinho abaixo dos três aros do cadeado da mala.
2 - Posicione de frente para você o buraquinho de cada aro do cadeado e depois, diminua 3 números do número em que eles ficaram posicionados. Exemplo: se o buraquinho de um dos aros está no número 6, diminua 3 números deste aro, ou seja, posicione o aro no número 3.
3 - Done! Sua mala vai abrir!

Importante:
  • Caso a subtração de 3 números não funcionar, tente diminuir 5 números.
  • Se o buraquinho parar no número 0, diminua o aro para o número 7.

Fonte: vários sites, dentre eles, o que eu mais gostei, que foi o Lifexpatriate.



Tem outras dicas que gostaria de compartilhar aqui conosco sobre como abrir sua mal quando você esquece a senha do cadeado? Conte aqui pra gente, então!

Até o próximo post!
Foto: i.huffpost

Você se considera um viajante tecnológico? Vamos lá, faça um pequeno esforço para enxergar a si próprio e descobrir se a resposta é sim ou não. Perguntas como "será que você consegue ficar um dia durante sua viagem sem postar nada em nenhuma de suas redes sociais?" ou "Você aguenta deixar seu celular na sua bolsa enquanto passeia pela cidade a qual está visitando?" podem te ajudar a conseguir suas respostas a esse questionamento.
E por que saber disso é tão importante assim em uma viagem? Para saber reagir frente a um pequeno imprevisto, por exemplo. Hoje o post é sobre coisas quase que fundamentais para um viajante tecnológico. Espero que essas dicas sejam úteis a você, como já foram para mim em viagens que já fiz.

1 - Verifique seu cartão de memória
Foto: extralast

Caso você queira tirar fotos em seu próprio celular, sugiro que você escolha um cartão de memória de no mínimo 16GB de capacidade (dependendo do tempo de viagem, claro), para ter uma capacidade considerável de dados para seus registros fotográficos. Caso leve seu notebook, sugiro uma verificação prévia de seu HD. Uma limpeza de disco cai bem nessas horas.

2 - Faça uma conferência de seus logins em redes sociais
Foto: nescwaterblogged

Parece irrelevante, mas não é. Hoje em dia, redes sociais são boas ferramentas para, no mínimo, avisar a alguém que você chegou bem no seu destino de viagem. Desta forma, faça uma conferência de seus logins e senhas nas redes sociais em que você possui. Acho que Facebook, Twitter, Skype, WhatsApp são os principais no quesito "consigo me comunicar facilmente com pelo menos uma pessoa).

3 - Verifique se está levando carregador de celular/tablet
Foto: aliexpress

Outra questão que parece irrelevante, mas que é muito importante para quem não quer deixar de tirar fotos com o celular ou se comunicar com família e amigos. Hoje em dia a praticidade do cabo USB é uma boa opção, já que é possível carregar celulares e tablets com o cabo, além do próprio carregador.

4 - Ative o backup automático de fotos no seu celular/tablet
Foto: i.huffpost

Depois que descobri essa ferramenta dos sistemas operacionais dos aparelhos celulares e tablets, fico mais tranquila quanto às fotos que tiro nas minhas viagens. É uma ótima opção de backup de fotos, porque elas são salvas automaticamente na chamada "nuvem" do seu perfil, no sistema operacional do aparelho (há opção de desativar esse backup automático). No caso dos celulares e tablets Android, as fotos são salvas automaticamente no perfil do Google+ e prefiro não comentar a respeito do caso dos aparelhos iOS, já que ainda não sei mexer direito ainda no meu iPod (aceito sugestões de tutoriais a respeito).

5 - Faça uma pesquisa dos modelos de tomada utilizados no destino de viagem
Foto: makeit-loveit

Isso é uma coisa que pode passar despercebida, mas que é de extrema importância para quem não quer ficar com seu aparelho de celular/tablet desligado. Não existe um padrão de formatos de tomada no exterior, o que acontece é que cada país segue um que acha melhor, mais conveniente e, às vezes, não pra turistas, e sim para nativos, rs. Assim, sugiro que você faça uma busca básica pela internet, para checar qual é o formato de entrada de tomadas no seu país de destino. A boa notícia é que, além da maioria dos carregadores serem bivolt hoje em dia, nós conseguimos encontrar adaptadores de tomadas com certa facilidade no exterior. Eu trouxe um dos Estados Unidos, bastante útil, inclusive no Brasil, já que a moda das tomadas de "três buracos" está em alta no país, mas os modelos antigos ainda existem nas construções brasileiras. Neste caso, esse tipo de adaptador cai muito bem. Não foi muito barato, mas nada absurdo de caro. Custou por volta de $30 e eu recomendo mesmo!

E, para encerrar o post, gostaria de deixar com vocês uma reportagem do programa "Mundo S/A", da Globo News, onde é apresentada e discutida a questão da necessidade atual de se carregar celulares e tablets fora de casa. Estava despretensiosamente mudando de canal na TV, quando me deparei com esse tema no programa, e logo pensei em trazê-lo aqui para o blog.
A jornalista Sandra Coutinho, que eu particularmente gosto muito, apresenta algumas estratégias e propostas de soluções tecnológicas para que as pessoas não deixem de usar um carregador de celular/tablet nas ruas. Vale a pena assistir o vídeo! A gente descobre várias ideias interessantes a respeito, que já estão rodando no exterior e também no Brasil.

http://globotv.globo.com/globo-news/mundo-sa/t/mundo-sa/v/mundo-sa-conheca-as-novas-cabines-de-telefone-com-recarga-de-celular-e-wifi/4022803/

E você? O que costuma fazer com recursos de tecnologia antes de viajar? Conte aqui pra gente nos comentários!

Até o próximo post!

Uma das coisas que pode nos prejudicar em um planejamento de viagem é a falta de informação. Quando fazemos planos, é fundamental conhecermos os itens e situações que iremos vivenciar em uma viagem e, sem dúvida, uma dessas questões é o dinheiro, vulgo "cotação". A cotação é uma das principais ferramentas que as agências de turismo, hotéis e demais setores do quesito "viagem" utilizam para se estabelecerem no mercado. Em outras palavras, com a cotação, o mercado do turismo se estabelece, ora em alta, ora em baixa.

Mas, você sabia que o dólar, principal moeda de transação turística, possui "tipos"? Sim, não existe apenas um tipo de dólar, mas dois, no mínimo.