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O Museu do Amanhã é um novo local de exposição de arte e cultura da cidade do Rio de Janeiro. Inaugurado em 19/12/2015, o museu tem uma arquitetura realmente bonita e que chama atenção já de longe do local, assinada pelo arquiteto espanhol Santiago Caltrava e inspirada nas bromélias do Jardim Botânico (e que eu já visitei, contando neste post daqui do blog como foi). O museu possui exposições, sala de cinema, auditório, restaurante, espaço de interação com o público, obras tecnológicas e visuais, além da possibilidade de o público admirar parte não só do centro da cidade do Rio de Janeiro como o litoral da cidade, com vista para a Baía de Guanabara.
Está aí um dos pontos turísticos de meu Rio de Janeiro que eu sempre quis conhecer, desde criança, mas não havia conseguido até então. É um daqueles passeios clássicos de escola, ou com a família ou como turista no Rio e que faz com que a gente volte ao passado para todo um ambiente histórico de formação da nossa cidade. Vamos então conhecer um pouco do museu.
O Museu do Louvre é um dos pontos turísticos mais visitados da França e um dos que mais levam tempo para se conhecer por completo também, já que o lugar é enorme, cheio de cultura e história para se aprender e apreciar. É também um dos maiores museus do mundo, abrigando obras como a famosa obra de Leonardo da Vinci, Mona Lisa, além de artes de Michelangelo e artefatos do Egito antigo e da civilização greco-romana.
O Museu do Louvre teve seu início no ano de 1190, durante o reinado de Filipe II, servindo como fortaleza para defender a cidade de Paris contra os ataques do vikings, Posteriormente, foi transformado em palácio durante o reinado de Carlos V, no entanto Francisco I e Henrique II o destruíram para construir um palácio. Monarcas como Luís XIII e Luís XIV também contribuíram mais tarde para que o museu, na época palácio, ganhasse mais estruturas.
Foi também a sede do governo monárquico francês, já serviu de local de exposição de obras-primas selecionadas das coleções reais e, em 1793, foi inaugurado como Museu Central das Artes, formado por pinturas confiscadas à família real e a demais aristocratas fugidos da Revolução Francesa e aberto ao público com acesso gratuito, mas apenas nos fins de semana. Uma das últimas obras realizadas no museu data do ano de 2000, no Pavillon des Sessions com aproximadamente 100 peças da arte étnica do Oriente Próximo e antiguidades egípcias.



