A Lagoa da Pampulha está localizada em Belo Horizonte, Minas Gerais e faz parte de um complexo de atrações turísticas projetada por Oscar Niemeyer. O represamento da lagoa se iniciou em 1936 para amortecimento de enchentes e contribuição para o abastecimento da capital. A obra foi concluída em 1943, na gestão de Juscelino Kubitschek, que modernizou a cidade, incluindo a lagoa na construção do projeto arquitetônico mundialmente famoso, projetado por Oscar Niemeyer. Já foi frequentada por banhistas, desportistas e famílias até os anos 1980, quando começou a ser poluída pelos córregos e fábricas de seu entorno. Após projetos de limpeza e drenagem e diversos eventos que marcaram a história de Belo Horizonte, hoje a Lagoa da Pampulha é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, ao lado da Igreja da Pampulha e do estádio do Mineirão e Mineirinho, atrações turísticas próximas da lagoa.

A Praça da Liberdade teve sua construção iniciada na época da fundação da nova capital mineira, entre 1895 e 1897 e está localizada da região da Savassi. Foi projetada para abrigar a sede do governo, com o prédio do Palácio do Governo e das primeiras Secretarias de Estado. Sua arquitetura e seus jardins construídos foram inspirados no Palácio de Versalhes, na França e, em 1977, foi tombada pelo IEPHA.
A Praça da Liberdade está localizada no entorno do Circuito Cultural da Praça da Liberdade, que contempla o Centro Cultural Banco do Brasil, o Espaço do Conhecimento UFMG, o Museu das Minas e do Metal, o Memorial Minas Gerais, o Centro de Arte Popular, a Casa Fiat de Cultura, o Centro de Formação Artística, o Horizonte SEBRE, o Palácio da Liberdade, a Biblioteca Pública Estadual Luiz de Bessa, o Arquivo Público Mineiro, o Museu Mineiro e o BDMG Cultural. Ufa! Muito conhecimento, certo?

O Mercado Central de Belo Horizonte foi inaugurado em 07 de setembro de 1929, denominado de "Mercado Municipal", tendo passado por uma tentativa de fechamento em 1964, quando o então prefeito da cidade resolveu vender o terreno por impossibilidade de administração da feira no local. Os comerciantes se organizaram, criaram uma cooperativa e compravam o imóvel da Prefeitura, com o investimento posterior de empreendedores para organização, reforma e reestruturação do local. Atualmente é um dos pontos turísticos mais visitados da cidade, com mais de 400 lojas, informação bilíngue, venda de produtos e artigos típicos mineiros e muitas opções de compra para os turistas. Fonte: Mercado Central

Minha amiga Ludmila, viajante experiente de Buenos Aires, voltou com mais dicas e informações de passeios por lá, agora sobre a Feira de San Telmo!

Uma das cidades coloniais mais visitadas no Rio de Janeiro, Paraty é Patrimônio Histórico Nacional, repleta de casarões antigos e muita história.
A cidade foi fundada em 1667 e teve grande participação na economia do país devido aos engenhos de cana de açúcar. No século XVIII, Paraty, que significa "peixe de rio" ou "viveiro de peixes", se destacou como importante porto por onde se escoava o ouro e as pedras preciosas de Minas Gerais para Portugal. Posteriormente a cidade entrou em isolamento econômico devido a construção da Estrada Real, que desembocava os produtos diretamente no Rio de Janeiro.
Mas, na década de 70, a abertura da Estrada Paraty-Cunha (assim como a construção da Rodovia Rio-Santos), Paraty se tornou um importante pólo turístico nacional e também internacional, com suas belezas históricas e naturais. Fonte: Paraty

Trindade é uma espécie de vila caiçara de pescadores que, na década de 70, passou por uma disputa entre uma empresa multinacional - que reivindicou o direito de posse da região para a construção de um condomínio de luxo - e a população local, ao lado de artistas e intelectuais, contrários a essa ação. Estes últimos ganharam a luta na justiça, mantendo-se a posse das terras.
A Praia do Meio, também chamada de Praia dos Codós, é uma das muitas presentes na região, e é uma pequena baía de águas claras, "interrompida" por uma formação rochosa de onde é possível ver as outras praias e o mar aberto.
Atualmente, Trindade sobrevive em meio ao equilíbrio entre a modernização e a preservação da natureza, integrando uma comunidade de moradores tradicionais da região, alguns estrangeiros (encantados com a beleza local), caiçaras e demais pessoas que optaram por viver próximo à natureza de maneira simples, tranquila e longe da confusão urbana. Fonte: Paraty