Muitas vezes quando compramos uma passagem aérea, precisamos desembarcar em determinado aeroporto e embarcar em outro antes de chegarmos em nosso destino de viagem (para mais informações a respeito desse procedimento, acesse o post "DICIONÁRIO DE VIAGEM: o que é escala de um voo?" e "DICIONÁRIO DE VIAGEM: o que é conexão entre voos?"). Mas, como fazer esse deslocamento? É aí que entra o transfer, que é o transporte de passageiros de determinado aeroporto para outro, podendo também ser o transporte do passageiro do aeroporto até seu hotel. Primeiramente, vamos falar da primeira situação.
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Muitas vezes quando compramos uma passagem aérea, precisamos desembarcar em determinado aeroporto e embarcar em outro antes de chegarmos em nosso destino de viagem (para mais informações a respeito desse procedimento, acesse o post "DICIONÁRIO DE VIAGEM: o que é escala de um voo?" e "DICIONÁRIO DE VIAGEM: o que é conexão entre voos?"). Mas, como fazer esse deslocamento? É aí que entra o transfer, que é o transporte de passageiros de determinado aeroporto para outro, podendo também ser o transporte do passageiro do aeroporto até seu hotel. Primeiramente, vamos falar da primeira situação.
Praia do Amor - Paraíba
A Nathalia, minha amiga que fez uma colaboração com dicas de passeios pela Orla de Tambaú (João Pessoa, Brasil), está de volta e com mais informações sobre viagens, agora compartilhando algumas dicas sobre passeios pelo litoral sul da Paraíba. Para conhecer essa região do país é possível fazer um passeio a algumas praias: Praia de Barra de Gramame, Praia do Amor, Praia de Tambaba e Praia de Coqueirinho.
O que é conexão entre voos?
Outro termo que causa certa confusão entre os viajantes é o de "conexão" entre voos. Há muitas passagens que não nos levam diretamente ao nosso destino de viagem, sendo necessário pararmos em determinada cidade (às vezes mais de uma) até chegarmos no destino final e uma das situações que podem acontecer neste caso é o de conexão entre voos. Você conhece a definição desse termo? Veja a seguir:
Foto: Paraíba Total
Novidade aqui no blog: mais uma colaboração de experiência de viagem e agora sobre passeios pelo Brasil!
Dessa vez o post é sobre passeios pelo Nordeste do país, especificamente sobre a bela João Pessoa e, para compartilhar dicas e informações sobre essa cidade a minha amiga Nathalia, experiente em passeios pela região, vai falar um pouco sobre alguns dos pontos turísticos de lá, suas características e como nós podemos aproveitar ao máximo cada momento dessa viagem.
O que é check-in de um voo?
Check-in é um procedimento de pré-embarque, que todo viajante precisa realizar. É através dele que a cia aérea verifica que você está confirmando sua presença no voo, além de seu registro de informações importantes como seus documentos pessoais, despacho de bagagem e emissão do cartão de embarque.
Atualmente, com o avanço da tecnologia, existem várias opções para realização do check-in, como esse procedimento pelo smartphone e tablets, porém o check-in pode, de igual modo, ser realizado no balcão da cia aérea, no aeroporto. Vamos ver alguns detalhes desses dois procedimentos?
Check-in no balcão da cia aérea: O passageiro deve se dirigir ao balcão da cia aérea com no mínimo 2h de antecedência (minha sugestão para vôos nacionais; para voos internacionais, sugiro no mínimo 5h de antecedência), munido dos documentos de RG e CPF e as bagagens a serem despachadas. O funcionário irá registrar os dados pessoais necessários, além das informações do destino de viagem, pesar as bagagens e despachá-las. Após o check-in realizado, o passageiro já estará apto para embarcar.
Check-in por smarphone, tablets e apps da cia aérea: O passageiro recebe uma notificação (geralmente por email ou por SMS) de que já pode realizar o check-in de seu voo, sem precisar aguardar a data de sua viagem para fazê-lo pessoalmente, no aeroporto. Ele deve registrar as informações requeridas, que são os documentos pessoais e alguns detalhes do voo. Caso haja bagagem a ser despachada, é necessário se dirigir ao balcão da cia aérea para despachá-la e, no caso de voos internacionais, o check-in só é realizado pessoalmente, no aeroporto. Ao final do processo, um comprovante é emitido, tendo o passageiro ter de levá-lo consigo na data de embarque.
E você? Tem algum comentário a fazer a respeito de check-in? Sim? Então conte aqui nos comentários!
Até o próximo post!
A Carol, parceira do blog em contribuição sobre suas experiências como viajante em Paris, continua com seu depoimento a respeito da vida na capital francesa. Dessa vez, ela separou pra gente algumas dicas importantíssimas para quem pretende pegar o metrô da cidade e confesso que gostei muito dessa contribuição dela, pois além de serem informações relevantes, são também dicas de quem já viveu lá e, consequentemente, possui uma visão diferente do lugar, não é?
Veja a seguir 10 coisas que um turista precisa saber quando
planeja viajar de metrô em Paris.
Blue Mountains, Australia
Para você que pensa haver uma época certa na vida para se viajar, eu gostaria de dedicar esse post. O mundo está cheio de lugares lindos para se conhecer e não acredito que cada um deles deva ser visitado em determinada época da nossa vida. Em outras palavras, não acredito que deveríamos esperar certa idade para conhecermos certos lugares, mas acredito que alguns desses lugares sejam melhor aproveitados, digo de uma forma mais especial, em certas fases da nossa vida e com determinadas pessoas também.
Vou utilizar o meu próprio exemplo de Paris. Eu fui à "Cidade das Luzes" com amigos, no inverno e por 2 dias e posso dizer que senti um certo clima diferente no ar enquanto passeava pela capital francesa. Sabe aquela história de que Paris é um lugar romântico? Então, não foi isso, mas eu penso que a viagem seria aproveitada de forma diferente se eu fosse acompanhada, se eu fosse como casal e não como turista, apenas. Em contrapartida, minha viagem à Paris foi ótima, foi excelente, mesmo assim. Me surpreendi na maneira como eu curti os passeios que fiz, embora o clima de -12ºC tenha sido de fato uma surpresa. Graças a Deus, uma excelente viagem!
Foto: decolar.com
Outro exemplo que vou utilizar é Nova York. A Big Apple é possui suas lojas de roupas, espetáculos da Broadway, passeios culturais, cenários de filmes famosos... Deu pra perceber que viajar com amigos é uma excelente escolha ao viajar para Nova York, não é? E foi isso mesmo que eu fiz. Fui com amigos (uma delas é a Djânici, que também tem um blog de viagens, o "Abecedário de Viagens") e foi simplesmente presente de Deus, lindo, inesquecível de bom, no entanto, tenho certeza de que é possível aproveitar a Big Apple bem acompanhado, sabe? Há lugares lindos lá para se aproveitar o pôr-do-sol, à dois, como uma caminhada à beira do Rio Hudson, por exemplo. Em outras palavras, certos lugares "nos inspiram" a viver certas experiências.
Foto: yehuu.us
E, para fechar o post, gostaria de sugerir uma passadinha no artigo "10 diferenças em viajar com amigos aos 18, 25 e 30 anos", do Buzzfeed. Eles selecionaram algumas experiências em viagens mostrando pra gente como é vivê-las enquanto se tem essas idades. Gostei muito, achei engraçado e interessante e resolvi trazer essa sugestão de leitura aqui no blog. Espero que curtam! ;)
Até o próximo post!
Eu disse que faria um post sobre Host Family e cá estou. Primeiramente, é importante entender algumas coisas a respeito desse "tipo" de hospedagem. Algumas dúvidas e dicas eu acho que são legais também para que você aproveite ao máximo essa experiência na sua viagem. Como eu gosto de separar os assuntos por tópicos, separei alguns que eu acho que você vai se interessar antes de dizer "Nice to meet you!" pra sua família estrangeira. Junto com as dicas, vou contando da minha experiência também. Então, vamos lá!
O que é uma Host Family?
Host Family, ou "família de hospedagem" é a família estrangeira onde você fica hospedado, caso opte por este estilo de hospedagem e não um hotel, albergue, hostel e afins. É geralmente uma família que já está acostumada a receber estrangeiros em casa e pode ser tanto uma família composta por pai, mãe, filhos, como também por somente uma mãe e filhos, somente pais e etc. Quem trata com a host family a respeito da hospedagem é a agência de viagens/curso de idiomas que contratamos.
Onde a Host Family fica localizada?
Obviamente depende de uma série de coisas, como por exemplo da agência de viagens, da disponibilidade de famílias a receberem estrangeiros e do objetivo da viagem em si. A agência negocia com as famílias que demonstram interesse em receber os gringos (no caso, nós), mas nem sempre encontra muitas delas para fechar com nosso pacote, o que causa, muita das vezes, a chance de a pessoa ficar hospedada em uma casa muito longe do centro da cidade onde está indo conhecer. Quando fui pra Inglaterra, fiquei em uma casa onde levávamos em média meia hora, caminhando do curso de inglês até lá. Era uma excelente casa! Pra vocês terem ideia, a sala de estar tinha parede e tetos de vidro. Fiquei hospedada com uma amiga, que havia conhecido nas reuniões do nosso grupo de estudantes do Brasil, e dividimos o quarto, muito confortável, com TV e DVD, inclusive! Já quando fui pra Austrália, nossa host family foi inesquecível de boa! Vou falar deles no meu post sobre viagem pra lá, ok?
Como é uma Host Family?
Em geral, são muito receptivos e legais. E não, não é só porque estão literalmente recebendo grana por isso, não, mas é porque eles gostam de ver como estrangeiro é (é o que eu penso), fora o fato de serem educados por si sós mesmo. Quando a host family tem mãe na casa, é legal um pouco mais e isto porque mãe tem todo um style em cuidar da casa e da família, não é?! Não que ela vá te "adotar", mas o perfil é, de alguma forma, um pouco mais favorável pra gente, sabe? As crianças são legais também, mesmo que sejam muito bagunceiras, haha Como eles já nasceram falando uma língua diferente da nossa, eles literalmente são professores-mirins. Em outras palavras, só de puxar um assunto com eles a gente já começa a aprender!
E a casa?
Também varia bastante, mas com certeza tem um quarto reservado pra você. Depende também de quantos estrangeiros vão ficar hospedados na casa, mas dá pra ter um quarto só seu, dependendo do tamanho da residência, do acordo fechado com a agência e a host family, etc. Há casas que recebem tipo uns 4, 5 estrangeiros de uma só vez, o que eu acho bem legal também (mas acho legal dividir o quarto com um amigo conhecido, sabe?!).
E eles tem muitas regras?
Depende muito. Vale lembrar que são uma família com suas características e normas, como qualquer uma no mundo inteiro. Quando a gente fecha o pacote com a agência de viagens ou com o curso, eles conversam conosco sobre as regras da casa e foi o que fizeram comigo. Inclusive me passaram uma lista básica de coisas que eu deveria e poderia fazer, o que pode parecer meio louco no início, mas que é importante, pra evitar uns "conflitinhos", sabe?! Quando fui pra Inglaterra, fiquei em uma casa onde as regras eram um pouco rigídas: tínhamos horário pra chegar em casa (mesmo sendo maiores de idade e mesmo pelo fato de o nosso curso ter dito que poderíamos chegar tarde em casa), horário para tomar banho (segundo a dona da casa, fazíamos muito barulho quando chegávamos à noite), não poderíamos falar muito alto à noite (eles dormem muuito cedo, papo de umas 19h, 20h) e etc. A falta de comunicação dificultou o relacionamento entre minha amiga e a dona da casa, resultando na nossa troca de família, mas tudo feito na paz, sem briga ou coisas afins. Houve conversa entre minha amiga e a dona da casa antes dessa decisão (que foi dada pela minha amiga) de troca de host family. Como eu não curto ficar sozinha, eu pedi pra ir com ela pra outra família e ao final, graças a Deus deu tudo certo. Na segunda família fomos também muito bem recebidas. Dentre as boas surpresas que tivemos, o casal tinha um bebê lin-do! A casa era mais próxima do curso de inglês, além de eles serem bem mais flexíveis com horários, comportamentos dentro de casa e etc. Vale ressaltar que essa troca envolve situações delicadas, ou seja, não é tão simples assim. Nossos líderes da excursão tiveram que conversar com nosso curso de inglês, com a família e tal. Eles (os líderes da excursão) foram conosco nos levar em casa para irmos pra casa nova também, além de terem tido uma conversa básica com a nova host family também. Enfim, conversa é sempre boa nessas horas :)
Depende muito. Vale lembrar que são uma família com suas características e normas, como qualquer uma no mundo inteiro. Quando a gente fecha o pacote com a agência de viagens ou com o curso, eles conversam conosco sobre as regras da casa e foi o que fizeram comigo. Inclusive me passaram uma lista básica de coisas que eu deveria e poderia fazer, o que pode parecer meio louco no início, mas que é importante, pra evitar uns "conflitinhos", sabe?! Quando fui pra Inglaterra, fiquei em uma casa onde as regras eram um pouco rigídas: tínhamos horário pra chegar em casa (mesmo sendo maiores de idade e mesmo pelo fato de o nosso curso ter dito que poderíamos chegar tarde em casa), horário para tomar banho (segundo a dona da casa, fazíamos muito barulho quando chegávamos à noite), não poderíamos falar muito alto à noite (eles dormem muuito cedo, papo de umas 19h, 20h) e etc. A falta de comunicação dificultou o relacionamento entre minha amiga e a dona da casa, resultando na nossa troca de família, mas tudo feito na paz, sem briga ou coisas afins. Houve conversa entre minha amiga e a dona da casa antes dessa decisão (que foi dada pela minha amiga) de troca de host family. Como eu não curto ficar sozinha, eu pedi pra ir com ela pra outra família e ao final, graças a Deus deu tudo certo. Na segunda família fomos também muito bem recebidas. Dentre as boas surpresas que tivemos, o casal tinha um bebê lin-do! A casa era mais próxima do curso de inglês, além de eles serem bem mais flexíveis com horários, comportamentos dentro de casa e etc. Vale ressaltar que essa troca envolve situações delicadas, ou seja, não é tão simples assim. Nossos líderes da excursão tiveram que conversar com nosso curso de inglês, com a família e tal. Eles (os líderes da excursão) foram conosco nos levar em casa para irmos pra casa nova também, além de terem tido uma conversa básica com a nova host family também. Enfim, conversa é sempre boa nessas horas :)
Dá pra entender o que eles falam?
Obviamente, também depende do seu nível de conhecimento em inglês. Comigo foi tranquilo, apesar de eu ter tido dificuldade no início, porque o que ouvimos no cursinho de inglês aqui no Brasil é diferente da realidade, claro. Mas caso você não entenda o que eles estão dizendo, é só pedir pra repetir, de boa. Fique ligado! Não tenha vergonha de dizer que não entendeu! Mais vale pedir pra dizer novamente do que entender errado e se dar mal, nção é?! Uma conversa inicial, no primeiro dia, é mega importante, tanto pra você entender as regras da casa quanto pra você mostrar como você é mesmo Aquilo de análise pessoal, acho que rola nessas horas também. Tipo, enquanto você está conversando com eles, eles estão te "avaliando" e vice-versa, mas isso é importante como qualquer contato inicial com uma pessoa nesse mundo.
Obviamente, também depende do seu nível de conhecimento em inglês. Comigo foi tranquilo, apesar de eu ter tido dificuldade no início, porque o que ouvimos no cursinho de inglês aqui no Brasil é diferente da realidade, claro. Mas caso você não entenda o que eles estão dizendo, é só pedir pra repetir, de boa. Fique ligado! Não tenha vergonha de dizer que não entendeu! Mais vale pedir pra dizer novamente do que entender errado e se dar mal, nção é?! Uma conversa inicial, no primeiro dia, é mega importante, tanto pra você entender as regras da casa quanto pra você mostrar como você é mesmo Aquilo de análise pessoal, acho que rola nessas horas também. Tipo, enquanto você está conversando com eles, eles estão te "avaliando" e vice-versa, mas isso é importante como qualquer contato inicial com uma pessoa nesse mundo.
O que a Host Family oferece?
Além de colaborarem muuito pra você aprender inglês, oferecem abrigo num país estrangeiro, haha Falando sério agora, você vai aprender muuito mesmo! É legal você conversar sobre o seu país, além de aprender sobre o deles também. Como você vai ser tipo um guia turístico brasileiro, fale das coisas legais que a gente tem: paisagens naturais, cidades conhecidas, expressões linguísticas características nossas, etc. Geralmente você recebe a chave de casa também, até pra não ter que "prender" a família acordada, te esperando pra abrir a porta pra você quando chega tarde em casa. Tem família que, além das refeições básicas (café da manhã e jantar), oferece lanche nos dias de passeio também. Roupas de banho geralmente eles dão, além de rolar uns empréstimos, tipo secador de cabelo, carregador de celular e afins. Depende da família. As que eu já tive a chance de estar hospedada fizeram tudo isso e é legal esse tipo de coisa que acontece, quando eles nos tratam como pessoas próximas, sabe?! Uma coisa um pouco chata que aconteceu com a primeira host family que ficamos hospedadas é que a dona da casa cobrou pelo lanche que levávamos pro curso de inglês. Isso não foi imposto, ela nos perguntou achávamos mais vantagem fazer isso do que enfrentar a fila enorme da cantina do curso diante do tempo mínimo que tínhamos pra lanchar. Nós aceitamos, mas desconfiávamos que isso não estava no acordo do curso com a host family e de fato não estava. Soubemos disso depois, mas não achei tão ruim assim, não. Teve lá suas vantagens.
Além de colaborarem muuito pra você aprender inglês, oferecem abrigo num país estrangeiro, haha Falando sério agora, você vai aprender muuito mesmo! É legal você conversar sobre o seu país, além de aprender sobre o deles também. Como você vai ser tipo um guia turístico brasileiro, fale das coisas legais que a gente tem: paisagens naturais, cidades conhecidas, expressões linguísticas características nossas, etc. Geralmente você recebe a chave de casa também, até pra não ter que "prender" a família acordada, te esperando pra abrir a porta pra você quando chega tarde em casa. Tem família que, além das refeições básicas (café da manhã e jantar), oferece lanche nos dias de passeio também. Roupas de banho geralmente eles dão, além de rolar uns empréstimos, tipo secador de cabelo, carregador de celular e afins. Depende da família. As que eu já tive a chance de estar hospedada fizeram tudo isso e é legal esse tipo de coisa que acontece, quando eles nos tratam como pessoas próximas, sabe?! Uma coisa um pouco chata que aconteceu com a primeira host family que ficamos hospedadas é que a dona da casa cobrou pelo lanche que levávamos pro curso de inglês. Isso não foi imposto, ela nos perguntou achávamos mais vantagem fazer isso do que enfrentar a fila enorme da cantina do curso diante do tempo mínimo que tínhamos pra lanchar. Nós aceitamos, mas desconfiávamos que isso não estava no acordo do curso com a host family e de fato não estava. Soubemos disso depois, mas não achei tão ruim assim, não. Teve lá suas vantagens.
Você recomenda hospedagem em Host Family?
Siim! Recomendo porque é cool mesmo! Graças a Deus não tive experiências ruins com as que eu já tive e é uma experiência enriquecedora poder trocar com estrangeiros assim. A gente aprende mais a língua, conhece o estilo de vida estrangeira, o bairro onde estamos hospedados, conversamos sobre nosso país, além de nos sentirmos em casa. Já fiquei hospedada em hotel também, mas ficar em uma host family é bem legal, sabe?! Acho que a sensação de "estar em casa" é muito boa. Vejo muitos pontos positivos em uma host family, como eu falei, mas acho que essa análise é individual, ou seja, se você curte mais "liberdade", um hostel é legal. Se você curte ser recepcionado à hora em que desejar, acho que um hotel é ideal, se você curte compartilhar espaço físico com outras pessoas, um albergue é legal, agora, se você curte se sentir em casa, ter um espaço seu, poder conversar sobre seu país, conversar durante o café da manhã sobre o que você está conhecendo na sua viagem, trocar umas palavras com crianças/adolescentes estrangeiras, acho que uma host family é o ideal :)
Siim! Recomendo porque é cool mesmo! Graças a Deus não tive experiências ruins com as que eu já tive e é uma experiência enriquecedora poder trocar com estrangeiros assim. A gente aprende mais a língua, conhece o estilo de vida estrangeira, o bairro onde estamos hospedados, conversamos sobre nosso país, além de nos sentirmos em casa. Já fiquei hospedada em hotel também, mas ficar em uma host family é bem legal, sabe?! Acho que a sensação de "estar em casa" é muito boa. Vejo muitos pontos positivos em uma host family, como eu falei, mas acho que essa análise é individual, ou seja, se você curte mais "liberdade", um hostel é legal. Se você curte ser recepcionado à hora em que desejar, acho que um hotel é ideal, se você curte compartilhar espaço físico com outras pessoas, um albergue é legal, agora, se você curte se sentir em casa, ter um espaço seu, poder conversar sobre seu país, conversar durante o café da manhã sobre o que você está conhecendo na sua viagem, trocar umas palavras com crianças/adolescentes estrangeiras, acho que uma host family é o ideal :)
Até o próximo post!




















