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Pensa numa carioca que nunca tinha conhecido esse lugar em 30 anos de vida, gente?! Sim, esta sou eu, mas já posso dizer que conheço Niterói um pouquinho mais. O MAC é quase parada obrigatória pra quem atravessa a Ponte Rio-Niterói saindo da cidade do Rio de Janeiro pra passear e turistar!

Muitas vezes quando compramos uma passagem aérea, precisamos desembarcar em determinado aeroporto e embarcar em outro antes de chegarmos em nosso destino de viagem (para mais informações a respeito desse procedimento, acesse o post "DICIONÁRIO DE VIAGEM: o que é escala de um voo?" e "DICIONÁRIO DE VIAGEM: o que é conexão entre voos?"). Mas, como fazer esse deslocamento? É aí que entra o transfer, que é o transporte de passageiros de determinado aeroporto para outro, podendo também ser o transporte do passageiro do aeroporto até seu hotel. Primeiramente, vamos falar da primeira situação.



O estado da Paraíba possui várias praias e é um dos destinos de viagem em que os turistas podem aproveitar águas doces e salgadas na mesma região. Minha amiga Nathalia, experiente em passeios por lá, está de volta com mais dicas de passeio pela Praia de Tambaú.

Praia do Amor - Paraíba

A Nathalia, minha amiga que fez uma colaboração com dicas de passeios pela Orla de Tambaú (João Pessoa, Brasil), está de volta e com mais informações sobre viagens, agora compartilhando algumas dicas sobre passeios pelo litoral sul da Paraíba. Para conhecer essa região do país é possível fazer um passeio a algumas praias: Praia de Barra de Gramame, Praia do Amor, Praia de Tambaba e Praia de Coqueirinho.

O que é conexão entre voos?

Outro termo que causa certa confusão entre os viajantes é o de "conexão" entre voos. Há muitas passagens que não nos levam diretamente ao nosso destino de viagem, sendo necessário pararmos em determinada cidade (às vezes mais de uma) até chegarmos no destino final e uma das situações que podem acontecer neste caso é o de conexão entre voos. Você conhece a definição desse termo? Veja a seguir:

O que é escala de um voo?

Nem sempre a passagem que compramos para determinado destino de viagem é de um voo direto, ou seja, há casos em que o voo precisa fazer uma parada antes de chegarmos no destino final. E você sabe o que significa um voo com escala? Veja a seguir:

Foto: Paraíba Total

Novidade aqui no blog: mais uma colaboração de experiência de viagem e agora sobre passeios pelo Brasil!
Dessa vez o post é sobre passeios pelo Nordeste do país, especificamente sobre a bela João Pessoa e, para compartilhar dicas e informações sobre essa cidade a minha amiga Nathalia, experiente em passeios pela região, vai falar um pouco sobre alguns dos pontos turísticos de lá, suas características e como nós podemos aproveitar ao máximo cada momento dessa viagem.

Foto: Huffingtonpost

Como boa brasileira e consumidora que sou, gosto de promoções e em meio à tanta loucura no mercado financeiro e cenário econômico do país, aproveitar descontos em produtos que precisamos comprar é excelente, mas e quando o preço é tão barato, mas tão barato, que chega a nos causar desconfiança? Bom, esse tipo de coisa parece não acontecer muito na Black Friday... Mas nos Estados Unidos. E aqui? Como esse dia de ofertas, descontos, promoções, liquidações de preços e afins funciona? Bom, eu acho que precisamos falar sobre a Black Friday no Brasil.

Criar um blog de viagens foi um desafio para mim. Há dois anos atrás eu comecei a vencer algumas barreiras para que meu desejo de compartilhar as coisas boas que eu vivi durante minhas viagens pudesse começar a se tornar realidade. Uma dessas barreiras é minha própria disciplina em criação de postagens porque, quem me conhece pessoalmente sabe que eu mais falo do que escrevo; outro desafio era tentar compreender quais eram as principais necessidades de uma pessoa apaixonada por viagens no que diz respeito ao planejamento, organização e concretização de uma viagem. Sim, porque um dos motivos que mais me fazem continuar com o trabalho do blog é justamente este: compartilhar experiências que possam ajudar quem ama viajar quando se deparam com essas situações e isto porque acredito que a gente cresce quando divide informações produtivas. 

O que é check-in de um voo?

Check-in é um procedimento de pré-embarque, que todo viajante precisa realizar. É através dele que a cia aérea verifica que você está confirmando sua presença no voo, além de seu registro de informações importantes como seus documentos pessoais, despacho de bagagem e emissão do cartão de embarque.
Atualmente, com o avanço da tecnologia, existem várias opções para realização do check-in, como esse procedimento pelo smartphone e tablets, porém o check-in pode, de igual modo, ser realizado no balcão da cia aérea, no aeroporto. Vamos ver alguns detalhes desses dois procedimentos?


Check-in no balcão da cia aérea: O passageiro deve se dirigir ao balcão da cia aérea com no mínimo 2h de antecedência (minha sugestão para vôos nacionais; para voos internacionais, sugiro no mínimo 5h de antecedência), munido dos documentos de RG e CPF e as bagagens a serem despachadas. O funcionário irá registrar os dados pessoais necessários, além das informações do destino de viagem, pesar as bagagens e despachá-las. Após o check-in realizado, o passageiro já estará apto para embarcar.

Check-in por smarphone, tablets e apps da cia aérea: O passageiro recebe uma notificação (geralmente por email ou por SMS) de que já pode realizar o check-in de seu voo, sem precisar aguardar a data de sua viagem para fazê-lo pessoalmente, no aeroporto. Ele deve registrar as informações requeridas, que são os documentos pessoais e alguns detalhes do voo. Caso haja bagagem a ser despachada, é necessário se dirigir ao balcão da cia aérea para despachá-la e, no caso de voos internacionais, o check-in só é realizado pessoalmente, no aeroporto. Ao final do processo, um comprovante é emitido, tendo o passageiro ter de levá-lo consigo na data de embarque.


E você? Tem algum comentário a fazer a respeito de check-in? Sim? Então conte aqui nos comentários!


Até o próximo post!


Estava pensando nessa coisa toda de "avanço tecnológico" e como que isso poderia colaborar com quem viaja pelo mundo. Aí comecei a lembrar de alguns recursos que facilitam a vida dos viajantes e pensei: vou compartilhar com um post no blog, porque realmente são boas ferramentas de utilização em uma viagem. Vamos lá? 

A Carol, parceira do blog em contribuição sobre suas experiências como viajante em Paris, continua com seu depoimento a respeito da vida na capital francesa. Dessa vez, ela separou pra gente algumas dicas importantíssimas para quem pretende pegar o metrô da cidade e confesso que gostei muito dessa contribuição dela, pois além de serem informações relevantes, são também dicas de quem já viveu lá e, consequentemente, possui uma visão diferente do lugar, não é?
Veja a seguir 10 coisas que um turista precisa saber quando planeja viajar de metrô em Paris.



Quem nunca passou por uma situação como essas: você vai viajar, separa todos os itens que pretende levar e, na véspera do embarque, resolve arrumar a mala, mas lembra que ela ficou trancada desde a última viagem e, só pra completar o cenário pavoroso, você esqueceu a senha do cadeado? Bom, eu já passei por isso e posso dizer que não é nada engraçado, principalmente quando não há mais tempo de comprar outra mala. Nessas horas, o que fazer?
Bom, pensando nisso, resolvi fazer esse post, com orientações e dicas de como abrir sua mala caso você tenha esquecido a senha do cadeado dela. E, acredite, há solução melhor do que abrir o segredo com faca e, consequentemente, estragar o cadeado de sua mala (e, sim, eu já fiz isso, caro leitor). Vamos às dicas:

1 - Anote a senha em local seguro: Claro, é o mais óbvio a se fazer e todo mundo pensa nisso antes de escolher uma senha para o cadeado da mala, certo? Errado. Tanto é errado, que você está lendo este post, o que significa que, ou você anotou a senha em um local tão seguro, mas tão seguro, que nem é capaz de lembrar onde foi ou... Não anotou mesmo a senha do cadeado, certo? Sem pânico. Uma das melhores soluções mesmo é anotar a combinação de números que você escolheu em um local fácil de se lembrar e seguro ao mesmo tempo, como a agenda de seu telefone celular, por exemplo. É possível salvar um "número fake" na agenda, onde você consiga identificar a senha, caso a perca, por exemplo. O importante é lembrar-se de onde anotou a senha e, claro, escolher um local seguro e que esteja com você durante sua viagem, de preferência.


2 - Escolha combinações "familiares", mas não "tão familiares assim": Outra coisa importante é escolher uma combinação fácil de se lembrar, de preferência que não seja necessário recorrer àquele "local seguro" para se lembrar em determinada situação de "esquecimento de viajante". E essa é outra dica que eu tenho certeza de que muitas pessoas podem achar irrelevante, mas que de fato não é. Às vezes, nossa vontade de dificultar possíveis situações de roubo ou furto da senha nos leva à situações um tanto que bizarras, como escolher uma senha tão "impossível", que nem ao menos você mesmo foi capaz de lembrar. Então, o melhor a fazer é escolher uma combinação "familiar", como parte do número de alguma coisa que é próxima de você e, neste caso, não quero dar muitas pistas. Você é melhor do que eu para escolher sua própria combinação.


3 - Caso essas duas dicas não funcionem... Vamos ao segredo! Sim. Caso não seja possível recordar-se da senha através dessas duas primeiras dicas, aqui vai a que funcionou comigo. Toda mala possui um recurso de "recuperação de senha", que é uma maneira "padrão" para liberação do código das malas e é esse método que vamos conhecer agora. E devo dizer que esqueci minha senha mesmo após ter feito o procedimento abaixo na primeira vez, mas eu lembrei da senha e não precisei recorrer ao método de novo! :) É importante frisar que esses métodos variam conforme o modelo delas mas, no geral, a partir dessa informação "básica", é possível descobrir outros segredos de malas quando se esquece a combinação de números do cadeado. Veja a seguir como é feito esse procedimento:

1 - Com o auxílio de uma lanterna (a do celular serve), procure por um buraquinho abaixo dos três aros do cadeado da mala.
2 - Posicione de frente para você o buraquinho de cada aro do cadeado e depois, diminua 3 números do número em que eles ficaram posicionados. Exemplo: se o buraquinho de um dos aros está no número 6, diminua 3 números deste aro, ou seja, posicione o aro no número 3.
3 - Done! Sua mala vai abrir!

Importante:
  • Caso a subtração de 3 números não funcionar, tente diminuir 5 números.
  • Se o buraquinho parar no número 0, diminua o aro para o número 7.

Fonte: vários sites, dentre eles, o que eu mais gostei, que foi o Lifexpatriate.



Tem outras dicas que gostaria de compartilhar aqui conosco sobre como abrir sua mal quando você esquece a senha do cadeado? Conte aqui pra gente, então!

Até o próximo post!
Foto: i.huffpost

Você se considera um viajante tecnológico? Vamos lá, faça um pequeno esforço para enxergar a si próprio e descobrir se a resposta é sim ou não. Perguntas como "será que você consegue ficar um dia durante sua viagem sem postar nada em nenhuma de suas redes sociais?" ou "Você aguenta deixar seu celular na sua bolsa enquanto passeia pela cidade a qual está visitando?" podem te ajudar a conseguir suas respostas a esse questionamento.
E por que saber disso é tão importante assim em uma viagem? Para saber reagir frente a um pequeno imprevisto, por exemplo. Hoje o post é sobre coisas quase que fundamentais para um viajante tecnológico. Espero que essas dicas sejam úteis a você, como já foram para mim em viagens que já fiz.

1 - Verifique seu cartão de memória
Foto: extralast

Caso você queira tirar fotos em seu próprio celular, sugiro que você escolha um cartão de memória de no mínimo 16GB de capacidade (dependendo do tempo de viagem, claro), para ter uma capacidade considerável de dados para seus registros fotográficos. Caso leve seu notebook, sugiro uma verificação prévia de seu HD. Uma limpeza de disco cai bem nessas horas.

2 - Faça uma conferência de seus logins em redes sociais
Foto: nescwaterblogged

Parece irrelevante, mas não é. Hoje em dia, redes sociais são boas ferramentas para, no mínimo, avisar a alguém que você chegou bem no seu destino de viagem. Desta forma, faça uma conferência de seus logins e senhas nas redes sociais em que você possui. Acho que Facebook, Twitter, Skype, WhatsApp são os principais no quesito "consigo me comunicar facilmente com pelo menos uma pessoa).

3 - Verifique se está levando carregador de celular/tablet
Foto: aliexpress

Outra questão que parece irrelevante, mas que é muito importante para quem não quer deixar de tirar fotos com o celular ou se comunicar com família e amigos. Hoje em dia a praticidade do cabo USB é uma boa opção, já que é possível carregar celulares e tablets com o cabo, além do próprio carregador.

4 - Ative o backup automático de fotos no seu celular/tablet
Foto: i.huffpost

Depois que descobri essa ferramenta dos sistemas operacionais dos aparelhos celulares e tablets, fico mais tranquila quanto às fotos que tiro nas minhas viagens. É uma ótima opção de backup de fotos, porque elas são salvas automaticamente na chamada "nuvem" do seu perfil, no sistema operacional do aparelho (há opção de desativar esse backup automático). No caso dos celulares e tablets Android, as fotos são salvas automaticamente no perfil do Google+ e prefiro não comentar a respeito do caso dos aparelhos iOS, já que ainda não sei mexer direito ainda no meu iPod (aceito sugestões de tutoriais a respeito).

5 - Faça uma pesquisa dos modelos de tomada utilizados no destino de viagem
Foto: makeit-loveit

Isso é uma coisa que pode passar despercebida, mas que é de extrema importância para quem não quer ficar com seu aparelho de celular/tablet desligado. Não existe um padrão de formatos de tomada no exterior, o que acontece é que cada país segue um que acha melhor, mais conveniente e, às vezes, não pra turistas, e sim para nativos, rs. Assim, sugiro que você faça uma busca básica pela internet, para checar qual é o formato de entrada de tomadas no seu país de destino. A boa notícia é que, além da maioria dos carregadores serem bivolt hoje em dia, nós conseguimos encontrar adaptadores de tomadas com certa facilidade no exterior. Eu trouxe um dos Estados Unidos, bastante útil, inclusive no Brasil, já que a moda das tomadas de "três buracos" está em alta no país, mas os modelos antigos ainda existem nas construções brasileiras. Neste caso, esse tipo de adaptador cai muito bem. Não foi muito barato, mas nada absurdo de caro. Custou por volta de $30 e eu recomendo mesmo!

E, para encerrar o post, gostaria de deixar com vocês uma reportagem do programa "Mundo S/A", da Globo News, onde é apresentada e discutida a questão da necessidade atual de se carregar celulares e tablets fora de casa. Estava despretensiosamente mudando de canal na TV, quando me deparei com esse tema no programa, e logo pensei em trazê-lo aqui para o blog.
A jornalista Sandra Coutinho, que eu particularmente gosto muito, apresenta algumas estratégias e propostas de soluções tecnológicas para que as pessoas não deixem de usar um carregador de celular/tablet nas ruas. Vale a pena assistir o vídeo! A gente descobre várias ideias interessantes a respeito, que já estão rodando no exterior e também no Brasil.

http://globotv.globo.com/globo-news/mundo-sa/t/mundo-sa/v/mundo-sa-conheca-as-novas-cabines-de-telefone-com-recarga-de-celular-e-wifi/4022803/

E você? O que costuma fazer com recursos de tecnologia antes de viajar? Conte aqui pra gente nos comentários!

Até o próximo post!

Uma das coisas que pode nos prejudicar em um planejamento de viagem é a falta de informação. Quando fazemos planos, é fundamental conhecermos os itens e situações que iremos vivenciar em uma viagem e, sem dúvida, uma dessas questões é o dinheiro, vulgo "cotação". A cotação é uma das principais ferramentas que as agências de turismo, hotéis e demais setores do quesito "viagem" utilizam para se estabelecerem no mercado. Em outras palavras, com a cotação, o mercado do turismo se estabelece, ora em alta, ora em baixa.

Mas, você sabia que o dólar, principal moeda de transação turística, possui "tipos"? Sim, não existe apenas um tipo de dólar, mas dois, no mínimo.
Blue Mountains, Australia

Para você que pensa haver uma época certa na vida para se viajar, eu gostaria de dedicar esse post. O mundo está cheio de lugares lindos para se conhecer e não acredito que cada um deles deva ser visitado em determinada época da nossa vida. Em outras palavras, não acredito que deveríamos esperar certa idade para conhecermos certos lugares, mas acredito que alguns desses lugares sejam melhor aproveitados, digo de uma forma mais especial, em certas fases da nossa vida e com determinadas pessoas também.
Vou utilizar o meu próprio exemplo de Paris. Eu fui à "Cidade das Luzes" com amigos, no inverno e por 2 dias e posso dizer que senti um certo clima diferente no ar enquanto passeava pela capital francesa. Sabe aquela história de que Paris é um lugar romântico? Então, não foi isso, mas eu penso que a viagem seria aproveitada de forma diferente se eu fosse acompanhada, se eu fosse como casal e não como turista, apenas. Em contrapartida, minha viagem à Paris foi ótima, foi excelente, mesmo assim. Me surpreendi na maneira como eu curti os passeios que fiz, embora o clima de -12ºC tenha sido de fato uma surpresa. Graças a Deus, uma excelente viagem!


Foto: decolar.com

Outro exemplo que vou utilizar é Nova York. A Big Apple é possui suas lojas de roupas, espetáculos da Broadway, passeios culturais, cenários de filmes famosos... Deu pra perceber que viajar com amigos é uma excelente escolha ao viajar para Nova York, não é? E foi isso mesmo que eu fiz. Fui com amigos (uma delas é a Djânici, que também tem um blog de viagens, o "Abecedário de Viagens") e foi simplesmente presente de Deus, lindo, inesquecível de bom, no entanto, tenho certeza de que é possível aproveitar a Big Apple bem acompanhado, sabe? Há lugares lindos lá para se aproveitar o pôr-do-sol, à dois, como uma caminhada à beira do Rio Hudson, por exemplo. Em outras palavras, certos lugares "nos inspiram" a viver certas experiências.

Foto: yehuu.us

E, para fechar o post, gostaria de sugerir uma passadinha no artigo "10 diferenças em viajar com amigos aos 18, 25 e 30 anos", do Buzzfeed. Eles selecionaram algumas experiências em viagens mostrando pra gente como é vivê-las enquanto se tem essas idades. Gostei muito, achei engraçado e interessante e resolvi trazer essa sugestão de leitura aqui no blog. Espero que curtam! ;)

Até o próximo post!
Foto: bbc.com

O serviço de Imigração na Austrália é bem tranquilo. Óbvio que a segurança é reforçada, como em qualquer país deve ser, mas não há situações em que você precise se sentir invadido de alguma forma ao passar por eles, sabe? Alguns procedimentos são necessários antes de passarmos pelo balcão com o funcionário da polícia deles e eles já começam desde o próprio avião, mas antes de comentar a respeito disso, preciso falar sobre a escala de nosso voo.

Nós voamos pela Aerolíneas Argentinas, uma das mais baratas em voos para Austrália, mas já o conforto da aeronave... Tenho que dizer que não é nada de tão confortável assim. As poltronas são um tanto que pequenas e o espaço entre uma e outra, bem pequeno também. Não tem como "se espreguiçar", se sentir mais relaxado e olha que, num voo de mais de 12h, isso faz total diferença! O atendimento dos comissários também não é muito agradável, exceto de um deles, que era muito gente boa, falava até em português com a gente (eles falam em espanhol). O serviço de bordo é até legal, com janta, café da manhã, até porque a gente dorme e acorda lá em cima, não é? Uma coisa impressionante isso, porque o dia "vira" enquanto a gente tá voando, como se a gente ganhasse mais um dia em nossa vida, por causa do fuso horário... Meio difícil de entender. E a Aerolíneas é a única que faz a rota da Antártida pra chegar à Austrália, o que é um pouco medonho, já que lá fora do avião a temperatura beira os -60ºC, -70ºC, além do fato de que, devido ao campo magnético da Terra, o avião perde o contato com a torre de controle por um tempo, ficando no piloto automático... Tem noção? Foi Deus do início ao fim desse voo, minha gente! Mesmo!
Como nossa escala foi em Buenos Aires (A Aerolíneas faz pela Argentina, a LAN faz pelo Chile), tivemos que passar pela Imigração argentina, que foi bem tranquila também, apesar de eles recolherem nossos dados como se fôssemos desembarcar lá no país, sabe? No voo do Rio para Buenos Aires, recebemos um formulário pra preenchermos com informações de nossa bagagem, voo, essas coisas. Aí o entregamos à Imigração, pra aí sim irmos para o saguão e aguardarmos nosso voo direto pra Sydney. Esperamos bastante tempo, mas vale a pena pelo valor da passagem, né?!
O mesmo aconteceu em nosso voo para Sydney, a respeito do formulário da Imigração, mas com algumas perguntas inusitadas, como se estávamos levando terra em nossos sapatos, grãos, eletrônicos e afins (eu levei café daqui do Brasil para minha host mother, e tive que colocar isso no formulário. Graças a Deus não teve problema algum). O comissário fofo nos orientou a não mentirmos em nada, ou seja, não escondermos nada do que estávamos levando naquele formulário, até porque, a Imigração consegue saber, de um jeito ou de outro, o que há em nossa bagagem. 
Ao chegarmos lá, passamos pelo balcão da Polícia, fizeram umas perguntas básicas como quanto tempo iríamos ficar lá e alguns documentos, como o passaporte (claro), visto, vacina contra a febre amarela (que todo imigrante na Austrália precisa tomar antes de chegar lá) etc. Eles carimbaram nosso passaporte e, aí, passamos por outra inspeção, agora do raio-x. Nada demais, bem tranquilo também. Ao sair dessa área, eles param a gente de novo, pra perguntar se estamos levando algum remédio, se sim, se é para nós mesmos. Graças a Deus tudo certo, agora é só curtir!
No retorno para casa, precisávamos ter preenchido um formulário que ganhamos ao despacharmos nossa bagagem. Falando em bagagem...


Isso evita transtornos com extravio/furto de bagens ou itens na mala, já que tem como ver se ela foi violada ou não, porque o plástico que a envolve fica rasgado caso alguém tente fazer alguma coisa com ela, certo? Outra questão é que, caso alguém leve alguma coisa da bagagem da pessoa também, é preciso acionar a empresa de seguro bagagem ainda no aeroporto, então é importante ter algo visível na mala para a pessoa identificar se algo aconteceu com ela. Não tem como esperar chegar no hotel ou em outro lugar de hospedagem e aí contactar o seguro bagagem. Precisa ser no aeroporto mesmo. Eu pedi para embalarem a minha no aeroporto daqui do Brasil. Eles colocam, um plástico grosso, esquentando-o com um secador. Lá na Austrália, eles só passam uma fita de plástico e prendem com aquelas presilhas tipo de algemas de plástico. Aquelas que não dá pra arrebentar nem por decreto, a não ser cortando... E é aí que a gente ganha uma vantagem: dá pra ficar atento, caso a fita esteja cortada, pra poder acionar o seguro e o que eu já expliquei aqui, rs. Ah, esses serviços são cobrados, ok? No Brasil, pelo que me lembre, custou R$30,00 e na Austrália, pelo que me lembre também, $10,00.

Uma informação importante: existe um limite de peso que a sua bagagem precisa ter antes de embarcar para a Austrália, como em outros países. O limite é de 20kg do Brasil para a Argentina e 2 unidades de 23kg da Argentina para a Austrália na Aerolíneas Argentinas (sim, parece que o limite de bagagem varia conforme a cia aérea). O mesmo ocorre no retorno e para maiores informações, acesse aqui a página deles que fala a respeito de franquia de bagagem.



Acabou que eu nem passei perto de excesso de bagagem algum, já que nem trouxe tanta coisa da Austrália assim e isto por causa... Ah, deixa pra lá, no post sobre compras na Austrália eu explico...

E você? Tem alguma dica para compartilhar  respeito da entrevista na imigração australiana? Sim? Então conte aqui pra gente nos comentários!

Até o próximo post!

Caso você ainda não saiba, os brasileiros que pretendem ir à Austrália precisam aplicar visto e, no meu caso, o visto de turista servia muito bem, pois é o mais básico e simples para se aplicar. Vamos então às informações importantes, que eu penso serem interessantes para você, que está planejando ir à terra dos aussie, precisa saber para aplicar seu visto de turista também.

Eu fazendo uma selfie em frente à Opera House..

Eu confesso que estava esperando pra chegar esse momento: o momento em que eu ira contar como Deus me fez chegar à Austrália. Para contar essa minha aventura, preciso voltar um pouco no tempo, tudo bem? Vamos lá!

Roberta, por que a Austrália? Por que querer ir lá pro outro lado do mundo, naquele país em que vivem os cangurus? Preciso dizer que conhecer a Austrália não era meu sonho de vida. Bom, até meus 18 anos não era. O sonho de ir até lá começou a surgir em mim depois de eu conhecer minha banda favorita, o Hillsong United. Foi assim: eu fui a uma reunião de amigos, onde fizemos aquele churrasco carioca. Lá, assistimos ao DVD Hope, do Hillsong Music Australia (hoje, Hillsong Worship) e eu me lembro de como eu gostei das músicas e achei interessante a maneira como eles cantavam, tão diferentemente das bandas de Igrejas que eu conhecia. Depois de um tempo fui procurar as músicas daquela banda, que na verdade era um ministério de Louvor da Igreja onde eles congregavam. Aí entendi que eles eram uma Igreja enorme, que tinham três bandas (uma delas era a Hillsong United), que algumas músicas que eu gostava em Português, na verdade eram versões de músicas gravadas por eles... que eu comecei a gostar muito deles. Depois de mais um tempo, um amigo me emprestou um DVD do United ("United We Stand"... Quem ama sabe que aquele tempo deixou saudade!) e aí.. Ah, aí eu amo a banda até hoje. Na verdade, eu amo é o que Deus faz comigo através do que essa Igreja faz. Eu amo saber que existem pessoas que moram do outro lado do mundo (onde faz dia quando aqui ainda é noite, onde viver é um prazer indescritível, onde servir a Deus é um privilégio) e que conhecem, amam, sentem e expressam tão bem o que sentem por Deus, o mesmo Deus que eu conheço desde sempre na minha vida. Isso é lindo demais.
Depois de tanto ouvir as músicas, conhecer as atividades da Igreja, ir a shows deles, conversar sobre o que eles fazem em prol do bem estar e amor por tantas pessoas, eu comecei a cogitar a possibilidade de ir até onde eles moram, na Austrália. E isso foi crescendo de uma tal forma, que ficava maior a cada experiência que eu tinha com alguma coisa que eles faziam, como as próprias canções, por exemplo. Eu vivi momentos lindos e inesquecíveis na minha vida em contato (de alguma forma) com o que a Hillsong Church produzia. Eu cresci muito no meu Chamado, no meu relacionamento interpessoal, até na minha profissão mesmo ao ter contato com o que eles faziam, em vários sentidos. E ir até lá só iria colaborar para meu crescimento, assim eu pensava.
Mas eu tinha uma espécie de barreira, bloqueio: como eu faria pra ir até o outro lado do mundo, sozinha, sem conhecer ninguém, sem saber como fazer pra chegar até lá? Foi aí que eu comecei a pedir a Deus pra me ajudar, pra me mostrar o caminho certo pra conseguir ter esse meu sonho realizado. Nesse meio tempo, conheci muitas pessoas que foram presentes de Jesus na minha vida, e que me ajudaram muito nessa batalha pra conseguir ir até a Austrália: minha família foi importantíssima nesse processo (meus pais e meu avô me apoiando nisso foi algo que eu jamais vou esquecer), meu pastor e membros da Igreja foram tão especiais pra mim também (o apoio que recebi lá foi especial) e meus amigos.. Ah, meus amigos lindos! E por falar neles, tenho que mencionar algumas situações..
Eu tenho uma amiga, que conheci em um evento promovido por um site, que era bastante envolvida nas questões relacionadas à Hillsong Church. Essa minha amiga foi à Hillsong Conference, o evento anual da Igreja, que reúne diversas pessoas que sabem muito, amam muito e divulgam muito atividades relacionadas ao Evangelho de Jesus. Durante conversas com ela, fiquei sabendo do processo realizado por uma agência que fazia pacotes para a Conference, a CESE. Pronto! Já tinha a solução vinda de Deus pra poder chegar até a Austrália! Peguei to-das as informações que pude com ela e comecei a investir minhas orações, tempo e dinheiro pra poder viajar pra lá! E eu ficava mais feliz, com mais expectativa e mais vontade de ir pra Austrália depois disso tudo! Após muita oração, choro (ah, quanto choro!), pensamentos, conversas e planejamentos... Deus me deu tudo o que eu precisava pra embarcar pra Austrália! E assim fui eu, de malas prontas e coração bombando pra chegar logo até lá!

Exitem muitos detalhes que eu gostaria de compartilhar com quem gostaria de ir pra terra dos cangurus. Assim, eu vou postando aos poucos o passo-a-passo pra uma viagem pra lá, ok? Algumas coisas são muuito importantes pra gente saber antes de pisar em solo aussie... Então, se você também planeja ir pra Austrália também, se liga nos próximos posts, onde eu tentei colocar tudo o que era importante pra que a viagem seja linda e inesquecível...

Até o próximo post! :)

Eu disse que faria um post sobre Host Family e cá estou. Primeiramente, é importante entender algumas coisas a respeito desse "tipo" de hospedagem. Algumas dúvidas e dicas eu acho que são legais também para que você aproveite ao máximo essa experiência na sua viagem. Como eu gosto de separar os assuntos por tópicos, separei alguns que eu acho que você vai se interessar antes de dizer "Nice to meet you!" pra sua família estrangeira. Junto com as dicas, vou contando da minha experiência também. Então, vamos lá!

O que é uma Host Family?
Host Family, ou "família de hospedagem" é a família estrangeira onde você fica hospedado, caso opte por este estilo de hospedagem e não um hotel, albergue, hostel e afins. É geralmente uma família que já está acostumada a receber estrangeiros em casa e pode ser tanto uma família composta por pai, mãe, filhos, como também por somente uma mãe e filhos, somente pais e etc. Quem trata com a host family a respeito da hospedagem é a agência de viagens/curso de idiomas que contratamos.


Onde a Host Family fica localizada?
Obviamente depende de uma série de coisas, como por exemplo da agência de viagens, da disponibilidade de famílias a receberem estrangeiros e do objetivo da viagem em si. A agência negocia com as famílias que demonstram interesse em receber os gringos (no caso, nós), mas nem sempre encontra muitas delas para fechar com nosso pacote, o que causa, muita das vezes, a chance de a pessoa ficar hospedada em uma casa muito longe do centro da cidade onde está indo conhecer. Quando fui pra Inglaterra, fiquei em uma casa onde levávamos em média meia hora, caminhando do curso de inglês até lá. Era uma excelente casa! Pra vocês terem ideia, a sala de estar tinha parede e tetos de vidro. Fiquei hospedada com uma amiga, que havia conhecido nas reuniões do nosso grupo de estudantes do Brasil, e dividimos o quarto, muito confortável, com TV e DVD, inclusive! Já quando fui pra Austrália, nossa host family foi inesquecível de boa! Vou falar deles no meu post sobre viagem pra lá, ok?


Como é uma Host Family?
Em geral, são muito receptivos e legais. E não, não é só porque estão literalmente recebendo grana por isso, não, mas é porque eles gostam de ver como estrangeiro é (é o que eu penso), fora o fato de serem educados por si sós mesmo. Quando a host family tem mãe na casa, é legal um pouco mais e isto porque mãe tem todo um style em cuidar da casa e da família, não é?! Não que ela vá te "adotar", mas o perfil é, de alguma forma, um pouco mais favorável pra gente, sabe? As crianças são legais também, mesmo que sejam muito bagunceiras, haha Como eles já nasceram falando uma língua diferente da nossa, eles literalmente são professores-mirins. Em outras palavras, só de puxar um assunto com eles a gente já começa a aprender!


E a casa?
Também varia bastante, mas com certeza tem um quarto reservado pra você. Depende também de quantos estrangeiros vão ficar hospedados na casa, mas dá pra ter um quarto só seu, dependendo do tamanho da residência, do acordo fechado com a agência e a host family, etc. Há casas que recebem tipo uns 4, 5 estrangeiros de uma só vez, o que eu acho bem legal também (mas acho legal dividir o quarto com um amigo conhecido, sabe?!).


E eles tem muitas regras?
Depende muito. Vale lembrar que são uma família com suas características e normas, como qualquer uma no mundo inteiro. Quando a gente fecha o pacote com a agência de viagens ou com o curso, eles conversam conosco sobre as regras da casa e foi o que fizeram comigo. Inclusive me passaram uma lista básica de coisas que eu deveria e poderia fazer, o que pode parecer meio louco no início, mas que é importante, pra evitar uns "conflitinhos", sabe?! Quando fui pra Inglaterra, fiquei em uma casa onde as regras eram um pouco rigídas: tínhamos horário pra chegar em casa (mesmo sendo maiores de idade e mesmo pelo fato de o nosso curso ter dito que poderíamos chegar tarde em casa), horário para tomar banho (segundo a dona da casa, fazíamos muito barulho quando chegávamos à noite), não poderíamos falar muito alto à noite (eles dormem muuito cedo, papo de umas 19h, 20h) e etc. A falta de comunicação dificultou o relacionamento entre minha amiga e a dona da casa, resultando na nossa troca de família, mas tudo feito na paz, sem briga ou coisas afins. Houve conversa entre minha amiga e a dona da casa antes dessa decisão (que foi dada pela minha amiga) de troca de host family. Como eu não curto ficar sozinha, eu pedi pra ir com ela pra outra família e ao final, graças a Deus deu tudo certo. Na segunda família fomos também muito bem recebidas. Dentre as boas surpresas que tivemos, o casal tinha um bebê lin-do! A casa era mais próxima do curso de inglês, além de eles serem bem mais flexíveis com horários, comportamentos dentro de casa e etc. Vale ressaltar que essa troca envolve situações delicadas, ou seja, não é tão simples assim. Nossos líderes da excursão tiveram que conversar com nosso curso de inglês, com a família e tal. Eles (os líderes da excursão) foram conosco nos levar em casa para irmos pra casa nova também, além de terem tido uma conversa básica com a nova host family também. Enfim, conversa é sempre boa nessas horas :)


Dá pra entender o que eles falam?
Obviamente, também depende do seu nível de conhecimento em inglês. Comigo foi tranquilo, apesar de eu ter tido dificuldade no início, porque o que ouvimos no cursinho de inglês aqui no Brasil é diferente da realidade, claro. Mas caso você não entenda o que eles estão dizendo, é só pedir pra repetir, de boa. Fique ligado! Não tenha vergonha de dizer que não entendeu! Mais vale pedir pra dizer novamente do que entender errado e se dar mal, nção é?! Uma conversa inicial, no primeiro dia, é mega importante, tanto pra você entender as regras da casa quanto pra você mostrar como você é mesmo Aquilo de análise pessoal, acho que rola nessas horas também. Tipo, enquanto você está conversando com eles, eles estão te "avaliando" e vice-versa, mas isso é importante como qualquer contato inicial com uma pessoa nesse mundo.


O que a Host Family oferece?
Além de colaborarem muuito pra você aprender inglês, oferecem abrigo num país estrangeiro, haha Falando sério agora, você vai aprender muuito mesmo! É legal você conversar sobre o seu país, além de aprender sobre o deles também. Como você vai ser tipo um guia turístico brasileiro, fale das coisas legais que a gente tem: paisagens naturais, cidades conhecidas, expressões linguísticas características nossas, etc. Geralmente você recebe a chave de casa também, até pra não ter que "prender" a família acordada, te esperando pra abrir a porta pra você quando chega tarde em casa. Tem família que, além das refeições básicas (café da manhã e jantar), oferece lanche nos dias de passeio também. Roupas de banho geralmente eles dão, além de rolar uns empréstimos, tipo secador de cabelo, carregador de celular e afins. Depende da família. As que eu já tive a chance de estar hospedada fizeram tudo isso e é legal esse tipo de coisa que acontece, quando eles nos tratam como pessoas próximas, sabe?! Uma coisa um pouco chata que aconteceu com a primeira host family que ficamos hospedadas é que a dona da casa cobrou pelo lanche que levávamos pro curso de inglês. Isso não foi imposto, ela nos perguntou achávamos mais vantagem fazer isso do que enfrentar a fila enorme da cantina do curso diante do tempo mínimo que tínhamos pra lanchar. Nós aceitamos, mas desconfiávamos que isso não estava no acordo do curso com a host family e de fato não estava. Soubemos disso depois, mas não achei tão ruim assim, não. Teve lá suas vantagens.


Você recomenda hospedagem em Host Family?
Siim! Recomendo porque é cool mesmo! Graças a Deus não tive experiências ruins com as que eu já tive e é uma experiência enriquecedora poder trocar com estrangeiros assim. A gente aprende mais a língua, conhece o estilo de vida estrangeira, o bairro onde estamos hospedados, conversamos sobre nosso país, além de nos sentirmos em casa. Já fiquei hospedada em hotel também, mas ficar em uma host family é bem legal, sabe?! Acho que a sensação de "estar em casa" é muito boa. Vejo muitos pontos positivos em uma host family, como eu falei, mas acho que essa análise é individual, ou seja, se você curte mais "liberdade", um hostel é legal. Se você curte ser recepcionado à hora em que desejar, acho que um hotel é ideal, se você curte compartilhar espaço físico com outras pessoas, um albergue é legal, agora, se você curte se sentir em casa, ter um espaço seu, poder conversar sobre seu país, conversar durante o café da manhã sobre o que você está conhecendo na sua viagem, trocar umas palavras com crianças/adolescentes estrangeiras, acho que uma host family é o ideal :)


Até o próximo post!