Mostrando postagens com marcador sydney. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sydney. Mostrar todas as postagens

Sydney é a cidade mais conhecida na Austrália, tanto pelos pontos turísticos, quanto pela diversidade urbana de qualquer cidade grande. Apesar de não ser a capital australiana, possui todos os quesitos para que fosse, não só pela popularidade entre australianos e estrangeiros, como também pela estrutura de comércio, lojas, centros educativos e demais construções típicas de cidades.
Encontramos muitas lojas de roupas, calçados e acessórios em Sydney, mas não tem preços baixos que façam qualquer turista de empolgar para encher as malas na volta pra casa. Um ponto positivo é que encontramos muitas lojas de marcas diferentes e conhecidas espalhadas pelas ruas, o que nos dá a possibilidade de pesquisa de preços e itens, porém continuo com a opinião de que Sydney não possui boas opções de copras para turistas. Independentemente disso, dá sim para comprar.


Há muitas boas lojas de maquiagem em Sydney, principalmente nos shopping centers, inclusive no Queen Victoria Building, onde há várias lojas de marca, basta pesquisar e escolher a sua de preferência. Lojas como Sephora, Mac, lojas com produtos da Calvin Klein e Clinique são fáceis de achar por lá. Achei poucas lojas que tinham bons preços para compra de maquiagens, mas trouxe alguns itens como blush Maybelline e batom Calvin Klein, para presentear as amigas.


Assim como os cosméticos, é possível encontrarmos boas lojas de roupa em Sydney, mas indico novamente a pesquisa de preços antes de comprar. Depois de Santiago, Sydney foi uma das viagens em que menos comprei roupas, porque achei o valor caro para peças simples, que não valiam a pena trazer da viagem, na minha opinião, já que eu poderia comprar pelo mesmo preço ou até mesmo mais barato no Brasil. Indico as lojas do subsolo do Queen Victoria Building, onde encontramos bons preços e boa variedade de itens.
Outra dica é comprar em grandes supermercados, onde encontramos peças de moletom, infantil, esporte e modelos casuais com bom preço. Trouxe uma calça jeans de um desses supermercados que, usei tanto, que quase saía sozinha, rs.



Um dos melhores lugares para se comprar souvenirs em Sydney é em Chinatown, onde há várias lojas não só com diversidade de preços, mas de itens também. Como os produtos chineses são famosos por serem  mais baratos, encontrar produtos como chaveiros, camisas, canecas e demais itens que gostamos de comprar em viagem como lembrança nãoé difícil de encontrar nessa região da cidade. Comprei souvernirs tanto em Chinatown como em Manly Beach (onde comprei uma camisa típica da Austrália, com estampa de canguru), mas ainda continuo indicando as lojas de Chinatown para compra desse tipo de itens.

E você? Já foi à Sydney? O que comprou lá? Conte aqui pra gente!

Até o próximo post!

Bondi Beach é provavelmente a praia mais conhecida da Austrália. O nome "Bondi" é de origem aborígene e significa "água que surge sobre as rochas" ou "som da água que surge nas rochas". Bondi Beach, na verdade, pertence ao bairro Bondi Junction e tem importante papel no desenvolvimento urbano de New South Wales, o estado australiano em que o bairro está localizado (a Austrália possui 6 estados: New South Wales, Queensland, South Australia, Tasmania, Victoria e Western Australia). Entre 1855 e 1877 Francis O'Brien, genro de Edward Smith Hall, adquiriu a participação de seu sogro no território de frente da praia de Bondi Beach, que foi empossado aos dois em 1851. Com isso, a área da orla passou a ser chamada "O'Brien Estate" e a ser aberta ao público como espaço para lazer porém, com a popularidade do local e o crescimento do número de frequentadores, O'Brien ameaçou bloquear a entrada do público, o que não aconteceu pois, em 1882, Bondi Beach tornou-se praia pública pelo Conselho Municipal, através da intervenção do governo.

Não, não é preconceito, mas "Manly Beach" significa "praia masculina" e a razão pela qual a praia foi batizada com esse nome é porque em 1788, Arthur Phillip, o primeiro governador de New South Wales, a região da Austrália em que a praia está situada, achou que os aborígenes que habitavam no local aparentavam muita confiança em seu comportamento másculo. Vai entender. O fato é que a praia é belíssima e, mesmo em dia de tempo fechado, não perde a beleza. Além dos famosos surfistas da região, encontramos lojas de roupas, calçados, eletrônicos e souvenirs à beira mar de Manly Beach, uma praia bastante conhecida em Sydney e de fácil acesso também, já que é possível visitá-la através de ferry, saindo da Circular Quay.


Para quem não sabe, "Chinatown" não somente é um bairro de cultura obviamente chinesa, como também uma verdadeira comunidade oriental localizada em alguns países como Estados Unidos (em Nova York e na Califórnia) e na Austrália (em Sydney), por exemplo. É um bairro com fortes tradições culturais chinesas, tendo vários restaurantes e lojas de diversos produtos, o que só anima os turistas a conhecerem o local.
A Chinatown em Sydney é a terceira no mundo conhecida por esse termo. Foi inicialmente implantada na cidade no século 19, na região do bairro The Rocks e, posteriormente, nos anos 20, transferida para a área próxima da Market Street, no Darling Harbour. Apesar de outros bairros em Sydney hoje terem uma "Chinatown" implantada como em Cabramatta, Parramatta, Flemington e Burwood, a maior comunidade chinesa na Austrália ainda continua sendo na Chinatown em Sydney.



The Blue Mountains é um conjunto de montanhas localizado na região de Katoomba, em New South Wales, na Austrália e, pelo fato de ter o aspecto azul em sua extensão, atribui-se o nome de "montanhas azuis" ao local, que possui aproximadamente 11,400km² e foi incluída como Patrimônio Mundial em 2000. Estudos mostram que, quando os europeus chegaram na Austrália, Blue Montains já era habitado pelo povo gundungurra e, na região mais baixa do local, pelo povo Darug, o que acaba sendo reforçado pelos exemplos de manifestações artísticas em pintura em rochas na região. Conforme pesquisas históricas, Blue Mountains foi descoberta por Arthur Phillip, o primeiro governador de New South Wales e o primeiro escrito documentado usando-se o termo "blue mountains" aparece em sua expedição, nos escritos do capitão John Hunter, em 1789. É popularmente procurado pelos turistas como local para prática de escalada, mountain bike e caminhada, além de oferecer atrações turísticas como acesso à Three Sisters, uma das formações rochosas mais conhecidas da região e passeio de teleférico por entre as montanhas.


O museu de cera Madame Tussauds é inspirado em Marie Tussauds, uma francesa que viveu de 1761 a 1850 e trabalhou como governanta para o Dr Philippe Curtis, um médico que a ensinou a técnica de modelação em cera. Ela começou sua carreira com essa habilidade, modelando máscaras de vítimas da Revolução Francesa, depois mudou-se para a Inglaterra, onde fez uma mostra de seu trabalho na Baker Street, perto do endereço atual do Madame Tussauds em Londres. Hoje, há 21 unidades do museu pelo mundo em cidades como a própria Londres, Nova York, Hong Kong e Sydney, onde visitei e pela terceira vez, no total de minhas visitas ao museu, pelo mundo.

A Opera House, também conhecida como "Teatro de Sydney", é um dos pontos turísticos mais visitados na Austrália e um dos mais famosos do mundo. Começou a ser construída em 1959 e, apesar de seu arquiteto original ter abandonado o projeto 7 anos após o início da construção, o edifício foi inaugurado mesmo assim em 1973 (uma das razões do afastamento foram divergências entre ele e o cliente da obra, por conta da acústica do local e de aumento significativo no orçamento do projeto também). O teatro possui cinco teatros, cinco estúdios de ensaio, dois auditórios, quatro restaurantes e muitas lojas de souvenirs.


A conhecida "Ponte de Sydney" é a maior ponte de aço com formato em arco do mundo, com mais de duzentos mil carros atravessando-a todos os dias. Ela liga o centro financeiro da cidade com a costa norte, residencial e comercial, permitindo a travessia tanto rodoviária, quanto ferroviária e pedonal da Sydney Bay (Baía de Sydney). A Harbour Bridge foi concluída em 1932, levando 8 anos para ser construída. Possui 503m de comprimento e aproximadamente 39.000 toneladas, com o ponto mais alto a 134m acima do nível do mar.

A trigésima oitava torre mais alta do mundo, erguida entre 1975 e 1981, foi construída sobre um shopping center, o Westfield e chamada de Sydney Tower Eye and Skywalk. É uma das atrações turísticas mais visitadas na cidade, proporcionando ao público uma visão linda e panorâmica de Sydney, além de oferecer restaurantes giratórios, uma plataforma de observação a cerca de 250 metros de altura. Há pouco tempo recebeu uma nova atração, chamada de Skywalk, que é uma área onde os visitantes podem andar sobre o telhado da torre através de um piso de vidro, o que lhes permite ver a cidade de Sydney lá do alto da construção.


O Wild Life Sydney Zoo é um zoológico localizado no Darling Harbour, ao lado do museu de cera Madame Tussauds e do aquário Sea Life Sydney Aquarium. O local possui vários ambientes onde é possível encontrar diversos animais, desde cangurus e coalas até crocodilos e o demônio da Tasmânia, além de oferecer programação para crianças, inclusive em grupos escolares, o que deixa a atração turística mais divertida para a família e mais cheia em relação ao número de visitantes também.


O Queen Victoria Building é um prédio do século 19, localizado no distrito de negócios e comércio de Sydney. O prédio foi construído entre 1893 e 1898, preenchendo um bloco completo na cidade, entre a George, Market, York e a Druitt Streets. Em 1897, resolveu-se dedicar o novo "prédio de mercado", ainda em processo de construção, à Rainha Victoria e nomeá-lo como "The Queen Victoria Market Building" em comemoração ao jubileu de diamante da rainha.
O prédio foi oficialmente aberto no dia 21 de julho de 1898 e promoveu uma interação de negócios significativo entre negócios de salão de beleza, floricultura, cafeterias, etc. Entre 2008 e 2009, o Queen Victoria Building passou por reformas em sua arquitetura e é um dos pontos turísticos mais visitados em Sydney.


No último dia da Hillsong Conference a gente se sente cansado demais, feliz demais e com uma certa tristeza por dentro, por estarmos "deixando" um evento tão bom. Algumas coisas acabam sendo diferentes no último dia, como as eletivas, que não acontecem individualmente, e o lançamento do novo álbum do Hillsong Worship, que eu não sei se acontece todo ano no último dia da Conf, mas foi assim em 2013.
No início do dia temos o Culto, assim como nos dias anteriores. Após esse momento, fomos informados que teríamos Master Class, uma espécie de "grande eletiva", onde teríamos a oportunidade de aprender com alguns membros do staff da Hillsong Church. Eu só não imaginava que seria tão lindo esse momento. Participamos de uma verdadeira consagração! Ouvimos uma breve Palavra e depois louvamos algumas canções de forma tão simples e profunda ao mesmo tempo, que realmente senti Deus por perto. E, ao final dessa eletiva, recebemos um cartãozinho, que nos dava acesso a conteúdo exclusivo de canções e vídeos do Hillsong Worship! Olha só que especial!

"Victory" com Hillsong College

No quarto dia da Hillsong Conference a gente começa a sentir saudades do que já viveu, mas ainda quer aproveitar tudo que pode até o dia seguinte, o último do evento. O cansaço parece que vai aumentando a cada dia, mas como eu já disse, não é impedimento para nos empolgarmos durante o dia, irmos pra casa, acordarmos cedo e continuarmos em mais um dia de momentos inesquecíveis.
Nesse dia pudemos participar do Culto da manhã lá em frente ao palco. Essa área é liberada conforme a cor da nossa pulseirinha, mas não sei como funciona a escolha das cores no ato da inscrição no evento, porque quem nos inscreveu foi nossa agência, a CESE. Foi legal a maioria do pessoal estar com a mesma cor de pulseira, porque nesse dia ficamos juntos. Nossos amigos nos disseram que conseguiram entrar nessa área do palco e, fofos como sempre, guardaram lugar para mim e para minha amiga, porque chegamos atrasadas, hehe.
O Pr Joel A'Bell, um dos pastores líderes da Hillsong Church, pediu um momento em que, com as luzes apagadas, ligássemos nossos aparelhos de celulares e afins para ser registrado o local com todas aquelas luzinhas acesas em mãos. Foi muito bonito! Esse dia era 4 de Julho, dia em que se comemora a Independência dos Estados Unidos e, como havia muitos norte-americanos lá, eles pediram a Kari Jobe pra cantar a canção "America, The Beautiful", canção tradicional deles (parece que todo ano a Hillsong Conference faz um momento como esse, já que sempre cai na semana do 4 de Julho). Também tivemos uma conversa no estilo bate-papo do Pr Brian com os pastores Joel e Victoria Osteen, da Lakewood Church, onde eles conversaram a respeito da vida cristã e vida familiar.


Como muitas coisas aconteceram nos 5 dias de Hillsong Conference que tivemos, decidi separar todas elas em posts, divididos por dias. Vamos lá.
No primeiro dia do evento a gente se sente um pouco perdido, muito animado, cheio de expectativas de momentos inesquecíveis e um tanto que cansado fisicamente (até por conta do voo e do fuso horário também). Nada que possa atrapalhar nossa vontade de participar de tudo. Chegamos lá depois de pegarmos um ônibus e o trem, que funcionam perfeitamente bem.


Sabe aquele sonho que você tem há anos, que deseja mui-to vivê-lo e que passa por muitas situações bem difíceis até conseguir tê-lo realizado em sua vida? Posso dizer que chegar à Hillsong Sydney foi bem assim na minha vida, viu?! No post "E eu fui pra Austrália!" eu explico o porquê eu queria tanto ir para lá, conhecer a Hillsong Sydney... Mas vamos agora ao que aconteceu antes do primeiro dia da Hillsong Conference...

Foto: bbc.com

O serviço de Imigração na Austrália é bem tranquilo. Óbvio que a segurança é reforçada, como em qualquer país deve ser, mas não há situações em que você precise se sentir invadido de alguma forma ao passar por eles, sabe? Alguns procedimentos são necessários antes de passarmos pelo balcão com o funcionário da polícia deles e eles já começam desde o próprio avião, mas antes de comentar a respeito disso, preciso falar sobre a escala de nosso voo.

Nós voamos pela Aerolíneas Argentinas, uma das mais baratas em voos para Austrália, mas já o conforto da aeronave... Tenho que dizer que não é nada de tão confortável assim. As poltronas são um tanto que pequenas e o espaço entre uma e outra, bem pequeno também. Não tem como "se espreguiçar", se sentir mais relaxado e olha que, num voo de mais de 12h, isso faz total diferença! O atendimento dos comissários também não é muito agradável, exceto de um deles, que era muito gente boa, falava até em português com a gente (eles falam em espanhol). O serviço de bordo é até legal, com janta, café da manhã, até porque a gente dorme e acorda lá em cima, não é? Uma coisa impressionante isso, porque o dia "vira" enquanto a gente tá voando, como se a gente ganhasse mais um dia em nossa vida, por causa do fuso horário... Meio difícil de entender. E a Aerolíneas é a única que faz a rota da Antártida pra chegar à Austrália, o que é um pouco medonho, já que lá fora do avião a temperatura beira os -60ºC, -70ºC, além do fato de que, devido ao campo magnético da Terra, o avião perde o contato com a torre de controle por um tempo, ficando no piloto automático... Tem noção? Foi Deus do início ao fim desse voo, minha gente! Mesmo!
Como nossa escala foi em Buenos Aires (A Aerolíneas faz pela Argentina, a LAN faz pelo Chile), tivemos que passar pela Imigração argentina, que foi bem tranquila também, apesar de eles recolherem nossos dados como se fôssemos desembarcar lá no país, sabe? No voo do Rio para Buenos Aires, recebemos um formulário pra preenchermos com informações de nossa bagagem, voo, essas coisas. Aí o entregamos à Imigração, pra aí sim irmos para o saguão e aguardarmos nosso voo direto pra Sydney. Esperamos bastante tempo, mas vale a pena pelo valor da passagem, né?!
O mesmo aconteceu em nosso voo para Sydney, a respeito do formulário da Imigração, mas com algumas perguntas inusitadas, como se estávamos levando terra em nossos sapatos, grãos, eletrônicos e afins (eu levei café daqui do Brasil para minha host mother, e tive que colocar isso no formulário. Graças a Deus não teve problema algum). O comissário fofo nos orientou a não mentirmos em nada, ou seja, não escondermos nada do que estávamos levando naquele formulário, até porque, a Imigração consegue saber, de um jeito ou de outro, o que há em nossa bagagem. 
Ao chegarmos lá, passamos pelo balcão da Polícia, fizeram umas perguntas básicas como quanto tempo iríamos ficar lá e alguns documentos, como o passaporte (claro), visto, vacina contra a febre amarela (que todo imigrante na Austrália precisa tomar antes de chegar lá) etc. Eles carimbaram nosso passaporte e, aí, passamos por outra inspeção, agora do raio-x. Nada demais, bem tranquilo também. Ao sair dessa área, eles param a gente de novo, pra perguntar se estamos levando algum remédio, se sim, se é para nós mesmos. Graças a Deus tudo certo, agora é só curtir!
No retorno para casa, precisávamos ter preenchido um formulário que ganhamos ao despacharmos nossa bagagem. Falando em bagagem...


Isso evita transtornos com extravio/furto de bagens ou itens na mala, já que tem como ver se ela foi violada ou não, porque o plástico que a envolve fica rasgado caso alguém tente fazer alguma coisa com ela, certo? Outra questão é que, caso alguém leve alguma coisa da bagagem da pessoa também, é preciso acionar a empresa de seguro bagagem ainda no aeroporto, então é importante ter algo visível na mala para a pessoa identificar se algo aconteceu com ela. Não tem como esperar chegar no hotel ou em outro lugar de hospedagem e aí contactar o seguro bagagem. Precisa ser no aeroporto mesmo. Eu pedi para embalarem a minha no aeroporto daqui do Brasil. Eles colocam, um plástico grosso, esquentando-o com um secador. Lá na Austrália, eles só passam uma fita de plástico e prendem com aquelas presilhas tipo de algemas de plástico. Aquelas que não dá pra arrebentar nem por decreto, a não ser cortando... E é aí que a gente ganha uma vantagem: dá pra ficar atento, caso a fita esteja cortada, pra poder acionar o seguro e o que eu já expliquei aqui, rs. Ah, esses serviços são cobrados, ok? No Brasil, pelo que me lembre, custou R$30,00 e na Austrália, pelo que me lembre também, $10,00.

Uma informação importante: existe um limite de peso que a sua bagagem precisa ter antes de embarcar para a Austrália, como em outros países. O limite é de 20kg do Brasil para a Argentina e 2 unidades de 23kg da Argentina para a Austrália na Aerolíneas Argentinas (sim, parece que o limite de bagagem varia conforme a cia aérea). O mesmo ocorre no retorno e para maiores informações, acesse aqui a página deles que fala a respeito de franquia de bagagem.



Acabou que eu nem passei perto de excesso de bagagem algum, já que nem trouxe tanta coisa da Austrália assim e isto por causa... Ah, deixa pra lá, no post sobre compras na Austrália eu explico...

E você? Tem alguma dica para compartilhar  respeito da entrevista na imigração australiana? Sim? Então conte aqui pra gente nos comentários!

Até o próximo post!